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Irmã Dulce, além da caridade: outros aspectos da sua vida merecem ser conhecidos

Irmã Dulce
Redes Sociais / Reprodução
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O pe. Gabriel Vila Verde recorda que “existem particularidades de sua vida que não podem passar despercebidas”

O pe. Gabriel Vila Verde postou em sua página no Facebook um breve, mas relevante lembrete sobre atitudes e virtudes da beata Irmã Dulce que iam além das suas obras de caridade. A santa, que será formalmente canonizada em outubro, também praticava com fervor a humildade, a devoção e a abnegação pessoal, a fim de se manter desapegada de gostos e confortos deste mundo que passa, focando apenas em Deus e na Sua presença em nosso próximo.

Escreveu o sacerdote:

Quando se fala em Irmã Dulce, muitas pessoas se recordam apenas da sua caridade para com os pobres. Sim, este é o cartão postal da nossa santa baiana, mas existem particularidades de sua vida que não podem passar despercebidas:

– Não lia jornais nem via televisão.
– Fazia jejum três vezes por semana.
– Renunciava a carne, doces e refrigerantes.
– Dormia 4 horas de sono, sentada numa cadeira.
– Tinha uma profunda devoção a Santo Antônio.
– Quando sua congregação renovou o hábito, decidiu permanecer com o antigo, porque achava o novo “muito curto”.
– Se encontrou duas vezes com São João Paulo II, em Salvador.

Salve, salve, o Anjo Bom da Bahia! Nossa santa, nosso orgulho.

A propósito do fato de dormir sentada numa cadeira de madeira, foi um sacrifício que ela praticou durante incríveis 30 anos:

Leia também: A Irmã Dulce dormiu durante 30 anos em uma cadeira de madeira

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