Receba o boletim diário da Aleteia gratuitamente no seu email.
Newsletter Aleteia: uma seleção de conteúdos para uma vida plena e com valor. Cadastre-se e receba nosso boletim direto em seu email.
Registrar

Sem condições de apoiar?

Veja 5 formas de você ajudar a Aleteia

  1. Reze por nossa equipe e pelo êxito de nossa missão
  2. Fale sobre a Aleteia em sua paróquia
  3. Compartilhe os artigos da Aleteia com seus amigos e familiares
  4. Desative o bloqueio de publicidade quando nos visitar
  5. Inscreva-se para receber nosso boletim gratuito e leia-nos diariamente

Obrigado!
Redação da Aleteia

Enviar

Aleteia

Esta cidade abandonada já foi conhecida como “a cidade das 1001 igrejas”

Compartilhar

Houve um tempo em que o local competiu em esplendor com o Cairo e Constantinopla, mas todos os seus habitantes partiram nos séculos 14 e 15

Clique aqui para abrir a galeria de fotos

Hoje, apenas ruínas imponentes, cercadas por mais de um quilômetro de muralhas, testemunham o antigo esplendor de Ani. Em seu apogeu, a cidade era a capital do reino armênio Bagratid, que cobria a maior parte do que hoje é a Armênia e grande parte do leste da Turquia.

Sua localização geográfica fez de Ani uma encruzilhada natural de rotas comerciais abundantes, e consequentemente a cidade prosperou a ponto de competir, em importância e beleza, com cidades como Cairo e até mesmo Constantinopla, e era bem conhecida por ser “a cidade das mil e uma igrejas.” Suas igrejas, palácios e fortificações estavam entre as mais esplêndidas e tecnicamente avançadas do mundo, em sua época.

Mas sua beleza também foi, pelo menos em parte, a causa de sua destruição: foi saqueada pelos mongóis em 1236 e depois atingida por um terremoto no início do século XIV. Assim, a cidade, que tinha uma população de cerca de 200.000 cidadãos durante seus dias gloriosos, acabou sendo reduzida a um local abandonado.

Hoje, as ruínas de Ani – localizadas na Turquia moderna, em território que os armênios ainda consideram sua terra ancestral – são constantemente visitadas por turistas, embora o Fundo do Patrimônio Mundial e a UNESCO tenham ambos indicado que as construções remanescentes estão em estado crítico. O trabalho de reconstrução começou apenas recentemente, de acordo com as autoridades locais. Clique aqui para ver algumas fotos do local.

 

São leitores como você que contribuem para a missão da Aleteia

Desde o início de nossas atividades, em 2012, o número de leitores da Aleteia cresceu rapidamente em todo o mundo. Estamos comprometidos com a missão de fornecer artigos que enriquecem, informam e inspiram a vida católica. Por isso queremos que nossos artigos sejam acessados por todos. Mas, para isso, precisamos da sua ajuda. O jornalismo de qualidade tem um custo (maior do que o que a propaganda consegue cobrir). Leitores como você podem fazer uma grande diferença, doando apenas $ 3 por mês.