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Santidade em família: histórias de pais e irmãos santos

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A santidade é para todos!

No Catecismo da Igreja, nos documentos e na Palavra de Deus, o convite a uma vida de perfeição da caridade e a plenitude da vida cristã é indicado como vocação universal de todos os batizados.

Nesse caminho, não estamos sozinhos. Ao longo da história, muitos foram os homens e mulheres que trilharam o caminho da perfeição, da renúncia e do combate espiritual para viver uma vida em plena comunhão com Deus.

Papa Francisco lembra que os santos são “amigos de Deus” e nos mostram que buscar uma vida de santidade “não decepciona”.

De modo mais simples, Francisco ainda lembra que é na vida cotidiana que somos chamados a viver segundo o Espírito. “Ali onde você trabalha você pode se tornar santo”. Mas também na família, onde partilhamos de modo mais íntimo a nossa vida, é que devemos buscar viver a santidade. Não é fácil, mas é possível!

Veja o exemplo dos pais santos, Emília e Basílio, que viveram no século quatro depois de Cristo.

Emília, filha de um mártir, teve nove filhos e destes, quatro se tornaram santos: São Basílio Magno, Santa Macrina, São Gregório de Nissa e São Pedro Sebaste.

A santidade dessa família se apresenta entre os ritos da Igreja do Oriente e do Ocidente.

Dos quatro filhos do casal, destaca-se São Basílio Magno, que é doutor da Igreja.

São Basílio Magno também conviveu com outro santo, São Gregório Nazianzeno. Reúne em sua pessoa um grande homem da Igreja e teólogo, fundador do monacato oriental e perfeito humanista.

Santa Macrina, a jovem. Recebeu esse nome porque o herdou de sua avó. Era a filha mais velha e, junto da mãe, formaram um convento onde viveram uma vida modesta, de oração e ajudando os pobres. Ela teve importante papel da educação dos irmãos, o que é descrito por eles em seus escritos.

São Gregório de Nissa pode ser comparado a Tomás de Aquino por enfrentar os problemas em sintonia com a fé e a razão.

São Pedro de Sebaste era o mais jovem dos irmãos e foi muito instruído pela sua irmã. Morou junto com o irmão Basílio, no mosteiro masculino fundado por sua mãe e ali viveu dividido entre os estudos, na ajuda aos necessitados e na oração.

Além dessa família, a Igreja conta ainda com o exemplo de muitos irmãos santos e casais santos.

Um bom exemplo, e mais recente, é o do casal Luís Martin e Maria Zélia Guérin, pais de Santa Teresinha do Menino Jesus, que viveram o serviço cristão na família, construindo dia após dia um ambiente cheio de fé e amor; e, neste clima, germinaram as vocações de três das filhas, entre elas, Santa Teresinha.

Os santos são nossos amigos e estão à porta, mostrando a beleza e a felicidade de encontrar em Cristo nossa missão, que nos faz viver em plenitude e nos humaniza por inteiro.

(Via A12)

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