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Papa: “Estamos vivendo um momento difícil para o mundo; rezem pela paz”

POPE FRANCIS
Antoine Mekary | ALETEIA | I.MEDIA
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Francisco escreveu uma carta por ocasião do Encontro Internacional de Oração pela Paz, recém-encerrado em Madri

O Papa Francisco enviou uma carta ao cardeal Carlos Osoro, arcebispo de Madri, a propósito do Encontro Internacional de Oração pela Paz, iniciado no domingo, 15 de setembro, e encerrado nesta terça, 17. O evento foi uma parceria entre a Comunidade de Santo Egídio e a arquidiocese da capital espanhola. Tratou-se do XXXIII Encontro de Oração pela Paz, uma tradição nascida do histórico Dia Mundial de Oração pela Paz, organizado em 1986 pelo Papa São João Paulo II em Assis, na Itália.

Atendo-se ao lema “Paz sem Fronteiras”, Francisco pediu em sua missiva que os representantes das religiões de todo o planeta rezassem pela paz porque “estamos vivendo um momento difícil para o mundo”, no qual “todos precisamos nos unir – eu diria que com o mesmo coração e com a mesma voz – para gritar que a paz não tem fronteiras”.

“É um grito que surge do nosso coração. É a partir dos corações, de fato, que precisamos erradicar as fronteiras que dividem e se opõem; e é nos corações que devem ser semeados os sentimentos de paz e de fraternidade”.

Francisco usou a metáfora dos muros que podem ser derrubados para afirmar que “foi a oração pela paz de tantos filhos e filhas de Deus que ajudou a acelerar a queda do Muro de Berlim e encerrar aquela dilacerante divisão do continente que tanto sofrimento tinha causado”. Recordando o relato da Bíblia sobre o cerco de Jericó, Francisco também escreveu que “os muros caem quando são ‘cercados’ com a oração e não com as armas, com os anseios de paz e não de conquista; quando sonhamos com um futuro bom para todos”.

E observou:

“Infelizmente, nessas duas primeiras décadas do século XXI, presenciamos, com grande tristeza, o desperdício desse dom de Deus que é a paz, dilapidado com novas guerras e com a construção de novos muros e barreiras. Sabemos bem que a paz deve ser continuamente incrementada de geração em geração por meio do diálogo, do encontro e da negociação. Quando se procura o bem dos povos e do mundo, é insensato, do ponto de vista do bem dos povos e do mundo, fechar os espaços, separar os povos, opor-se aos outros, negar a hospitalidade aos necessitados e às suas famílias. A casa comum não suporta muros que separam ou distinguem os que ali vivem (…) A paz é como uma casa com muitos cômodos, na qual todos somos chamados a viver. A paz não tem fronteiras. Sem exceções”.

Para tanto, os fiéis são chamados a assumir seu compromisso:

“Como fiéis, somos conscientes de que a oração é a raiz da paz. Quem a pratica é um amigo de Deus, como Abraão, modelo de homem de fé e esperança. A oração pela paz, nesse tempo marcado por tantos conflitos e violência, nos une mais ainda, além das diferenças, no compromisso comum por um mundo mais fraterno”.

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Com informações de ACI Digital

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