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Somos parte de um mundo que não nos pertence – e mais 3 lições para libertar-nos

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“A felicidade não é uma descoberta no fim da existência, mas durante o caminho percorrido”

Enrique Rojas Montes, catedrático espanhol de psiquiatria, declarou em seu livro “El hombre light” [O homem light], de 1992:
“A felicidade é a máxima aspiração do homem, para a qual apontam todos os vetores da sua conduta. Mas, se queremos alcançá-la, precisamos buscá-la. A felicidade não é uma descoberta no fim da existência, mas durante o caminho percorrido”.

Para que o nosso percurso pela vida seja feliz, precisamos nos libertar de uma série de ideias que nos pressionam de modo desproporcional. Aqui vão 4 delas, inspiradas na obra do psicólogo húngaro Mihaly Csikszentmihalyi, professor de Psicologia e Gestão na Claremont Graduate University, da Califórnia:

1 – Caiu? Levante-se e vá em frente

É preciso querer perseverar apesar dos obstáculos e saber que “a satisfação não depende do que você faz, mas de como você faz”: você pode encarar os obstáculos e até os fracassos deixando-se estressar, aborrecer e desesperar, ou pode respirar fundo, aprender com os erros, identificar as correções a serem feitas, executá-las e recomeçar.

2 – Os obstáculos são desafios

Transforme as adversidades em desafios que lhe tragam satisfação. Csikszentmihalyi vê nesta característica a virtude “mais útil e mais necessária para a sobrevivência – e com mais possibilidade de fazer melhorar a qualidade de vida”.

3 – Contra os obstáculos, pense em soluções alternativas

É comum focar a atenção nos obstáculos, mas é certamente melhor ampliar a visão e descobrir soluções alternativas. Além disso, quando paramos um pouco para olhar panoramicamente para toda a situação, percebemos a dimensão relativa que ela tem e enxergamos melhor as medidas a serem priorizadas.

4 – Somos parte de um mundo que não nos pertence

Nossas energias não precisam ser gastas em dominar o que está ao nosso redor, mas em encontrar a maneira harmoniosa de funcionar dentro do nosso entorno. Em vez de buscarmos só os nossos próprios interesses, obteremos melhores resultados se pensarmos de modo sistêmico em nós e nos outros.

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