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A surpreendente história do garoto pobre (hoje santo) que ganhava misteriosos pães brancos

Nashastudiya | CC BY SA 4.0
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Você tem ideia de quem dava de comer ao menino faminto?

A família de São Geraldo era simples e muito pobre. O seu pai, o senhor Domingos que era alfaiate, passava o dia cortando pano, costurando calças, camisas e casacos; tudo isso feito à mão, porque naquela época ainda não se tinha inventado a máquina de costura. Já sua mãe, dona Benedita era uma mulher exemplar e excelente dona de casa, que se ocupava o tempo todo com os quatros filhos pequenos e com as lidas domésticas.

São Geraldo e sua família passaram muitas necessidades. Quando Geraldo tinha uns sete anos de idade ele partiu de Muro onde residia com sua família para visitar uma igrejinha de Maria Santíssima, chamada de Capodigiano. Para chegar lá, percorreu uns dois quilômetros por uma estrada cheia de pedras.

Lá na igreja, afirmam os hagiógrafos, que Geraldo encontrou-se com um menino e depois de ter brincado com ele, ganhou de presente um pão branco, que ele levou à sua mãe que ficou admirada pela brancura do pão, porque era raro naquela cidade tal brancura no pão.

O Padre Caione, que foi superior de São Geraldo, escreveu sobre esta história: “Na idade dos sete anos, estando a casa em grande pobreza, Geraldo saía perto da hora da refeição e ia para um lugar fora da cidade, e voltava com o pão nas mãos. Perguntado pela mãe quem lhe dera o pão, respondia que o tinha recebido de um certo menino. E assim continuou por algum tempo”.

Anos depois, estando já na Congregação Redentorista, ele revelou à sua irmã Brígida, quando esta o fora visitar em Iliceto: “agora sei que aquele Menino que me dava o pão era Jesus e eu pensava que era um menino igual a mim”, completa o Padre Caione.

Nas igrejas redentoristas, durante a festa de São Geraldo e até mesmo nas novenas, conserva-se a tradição de distribuir o pãozinho de São Geraldo, em sintonia com este episódio da sua vida. O mais importante, porém, é que são Geraldo durante toda a sua existência partilhou o pão e a vida com os pobres. Que aprendamos com São Geraldo a repartir o pão com os mais necessitados. Como cantamos: “Repartir o pão é o milagre do irmão”.

Por Pe. Américo de Oliveira, C.SS.R, Reitor da Basílica de São Geraldo em Curvelo, MG (publicado em A12)

 

 

 

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