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Bisavó de 77 anos improvisa parto e consegue salvar bisneto

Nara Couto (Arquivo pessoal) / Via Sempre Família
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“Eu precisava socorrê-lo”, resume ela, que agiu rápido ao ver o cordão umbilical em volta do pescoço

O site Sempre Família publicou nesta semana o chamativo e emocionante caso de Oto, o bebê piauiense que resolveu nascer um pouco antes da hora, em plena madrugada, e que contou com o decisivo socorro da bisavó na hora de vir ao mundo.

A dona Jucinea Araujo de Castro, de 77 anos e apelidada carinhosamente de dona Neinha, tinha viajado mais de 560 quilômetros para ajudar a neta a cuidar do bebê que estava prestes a nascer na família, em Teresina. O quanto a sua ajuda seria decisiva, porém, nem de longe passava pela sua cabeça!

“Eu estava dormindo quando minha neta me chamou de madrugada”.

Eram 4h30 da manhã de segunda-feira, 14 de outubro, quando a advogada Nara Leticia Couto, 29 anos, começou a sentir uma forte pressão no útero.

“Não tive contrações ou bolsa rompida, então pedi ajuda à minha avó para ver se estava tudo bem. Ela disse que o neném estava nascendo, então fiquei com medo porque sabia que poderia ocorrer alguma complicação”.

Mas dona Neinha, mesmo sem qualquer experiência prévia como parteira, conseguiu transmitir segurança suficiente à neta, realizou corajosamente o parto de Nara, que durou 5 minutos e não lhe causou dor, e ainda recebeu nos braços o bebê de 3,49 quilos e 49 centímetros.

“Foi aí que percebi que ele estava com o cordão umbilical enrolado no pescoço e vi que precisava socorrê-lo imediatamente”.

O que ajudou Dona Neinha a manter a calma, segundo ela própria, foram os 20 anos em que trabalhou como diretora administrativa de um hospital de São Raimundo Nonato, no interior do Piauí.

“Assisti a alguns partos no meu trabalho e sabia como era o procedimento, mas não pensava que ia colocar em prática algum dia. Depois que tirei o cordão do pescoço, foi só mexer no narizinho do Oto que ele já começou a chorar, saudável (…) Comecei a chorar muito depois que percebi o que tinha acontecido. Graças a Deus tive coragem para fazer o que precisava e deu tudo certo. Nosso Oto também vai saber que nasceu nos braços da bisa!”

A equipe médica chegou à casa de Nara minutos depois do nascimento de Oto e levou bebê e mamãe para a Maternidade Santa Fé, onde passaram por exames, ficaram durante 24 horas em observação e foram liberados.

Cuidados e atenção aos sinais do parto

O caso de Nara foi excepcional porque ela não sentiu contrações uterinas mais fortes nem perdeu líquido ou teve sangramentos; portanto, não contou com os sinais naturais de que era hora de ir para o hospital. Felizmente, ela recebeu ajuda rápida e efetiva da avó e o parto ocorreu sem complicações.

No entanto, em casos gerais, é de fundamental importância que as gestantes se mantenham atentas a sinais de trabalho de parto e consigam chegar rapidamente ao hospital ou maternidade, para receberem com a maior segurança possível o atendimento adequado.

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