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Regras rígidas: arquidiocese de Nova Iorque afasta 4 padres acusados de pedofilia

POPE FRANCIS
Antoine Mekary | ALETEIA | I.Media
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Acusações estão sendo investigadas com regras cada vez mais exigentes, conforme determinação do Papa Francisco

Segundo o portal Catholic News Service, os padres Edward Barry, de Hawthorne, William Luciano, de New Rochelle, e James White, de Mamaroneck, além do monsenhor Edward Weber, foram suspensos das suas atividades neste mês de outubro, pela arquidiocese de Nova Iorque, devido a acusações de abuso sexual contra menores, cometidas décadas atrás. As acusações estão sendo investigadas.

O cardeal Timothy Dolan, arcebispo de Nova Iorque, informou a respeito:

“Como é nossa prática, relatamos os fatos ao Ministério Público. Na conclusão de suas deliberações, a diretoria determinará se as acusações são fundamentadas e se os religiosos podem ou não retornar ao ministério. Esta licença não é uma punição e nenhum julgamento foi feito ainda sobre a acusação”.

O arcebispo também pediu orações pela suposta vítima, pelos próprios padres e por “todos aqueles cujas vidas foram marcadas por abuso sexual, onde quer que tenha ocorrido“.

A arquidiocese de Nova Iorque mantém desde 2016 o Programa Independente de Reconciliação e Compensação, que recebe denúncias e analisa os casos de compensação às vítimas. Em setembro deste ano, foram pagos 67 milhões de dólares a 338 vítimas de abusos sexuais perpetrados por clérigos ou outros religiosos.

No início deste ano, o Papa Francisco determinou regras mais rígidas para combater crimes sexuais por parte do clero, enfatizando a obrigação de denunciar quaisquer casos de abuso às autoridades eclesiásticas.

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