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Redação da Aleteia

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O menino cadeirante de 9 anos que doa bicicletas para crianças pobres irem à escola

Joey Johnson
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Joey ficou impactado com as imagens de crianças pobres que viu quando tinha 7 anos

Joey Johnson é um garoto norte-americano de 9 anos de idade que utiliza cadeira de rodas porque sofre de um distúrbio genético raro: as mitocôndrias que não produzem energia suficiente nas suas células. Esta condição limita os movimentos do seu corpo, mas não são impedimento algum para os nobres e decididos movimentos da sua mente, alma e coração: nas semanas que antecedem o Natal, Joey se mobiliza ativamente para arrecar fundos a fim de doar bicicletas para crianças carentes! Justo ele, que não pode andar de bicicleta!

Tudo começou numa conversa com a mãe, Kelly, que contou ao filho sobre as crianças de países mais pobres: muitas delas enfrentam longos e perigosos trajetos diários, a pé, para chegarem até a escola. As conversas se estenderam a outros dramas da infância em regiões sofridas do mundo, nas quais ainda persiste até mesmo a escravidão.

Mãe e filho não apenas conversam sobre como poderiam aliviar tantos sofrimentos mundo afora com atitudes que estejam ao seu alcance: Kelly e Joey partiram para os atos concretos. Eles participam da organização cristã humanitária World Vision, que procura oferecer serviços de saúde, nutrição e educação para pessoas carentes de países em desenvolvimento. Um dos programas da entidade consiste em distribuir bicicletas em Gana, país da África Ocidental.

A uma reportagem da Fox News, Joey declarou:

“Eu quero que as outras crianças aprendam a ser bondosas com as outras pessoas e tentem ajudar quem não tem o que precisa”.

Ele conta que, aos 7 anos, viu fotos de crianças muito carentes que o impactaram fundo:

“Aquilo mudou toda a visão da minha cabeça. Eu precisava ajudar aquelas crianças”.

Joey começou a vender pipoca num evento de escoteiros, o que lhe rendeu 400 dólares, cerca de R$ 1.600. O montante permite a compra de três bicicletas simples, para que meninas de países pobres tenham um pouco mais de facilidade para percorrer os seus longos e inseguros trajetos até a escola.

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Com informações do Sempre Família

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