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Pe. Zezinho: “Nunca forcei qualquer pessoa a aderir à Igreja Católica”

Pe. Zezinho
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“Na minha família há muitos que escolheram outras igrejas ou até o ateísmo”, diz o padre, destacando o respeito da verdadeira fé à liberdade de consciência

O pe. Zezinho postou em sua página do Facebook o seguinte depoimento sobre o respeito à liberdade de consciência de cada pessoa no tocante à fé:

CONVITE, REJEIÇÃO E ACEITAÇÃO!

Levo tão a sério minha Igreja que nunca forcei qualquer pessoa a aderir à Igreja Católica. Na minha família há muitos que escolheram outras igrejas ou até o ateísmo.

Ninguém deles foi enganado. Quem quis, tinha livros para ler. Nunca forcei ninguém a ler meus livros. Escrevi quase 90. No máximo dei alguns CDs quando os quiseram. E sempre respeitei os pregadores das outras igrejas. Era entre Deus e eles.

Quem quis casar no católico casou. Quem não quis, casou onde achou que seria certo para eles. E quando alguém mudou de Igreja continuei amando-os do mesmo jeito. Não corri atrás achando que pecaram. Era com Deus e eles. O responsável era o novo pregador que os levou para outro rebanho! Agora era com eles e seus novos mestres. Eu era apenas o tio padre católico.

Em resumo, vivo a proposta de Jesus. “SE QUERES”. Milhares de pessoas optaram pela minha maneira de ensinar religião. Outros não aceitaram. Não tenho todas as respostas da vida.

Mas o que tenho feito desde 1962, seguindo a renovação da nossa Igreja, foi mostrar o novo jeito de ser católico desde o Concílio Vaticano II.

Jesus também deixou o jovem rico escolher! E eu faço o mesmo! Apenas peço que dialoguem e não imponham sua fé ou o seu ateísmo aos outros. De resto, como eu creio em Jesus, Ele cuidará!

Não sou proselitista. Não arrebanho as ovelhas dos outros. As que me querem ouvir serão bem-vindas, mas Igreja ou religião não se impõe! O Salvador não sou eu. O Salvador é Jesus. E se um deles optar por ser ateu, Deus saberá o que fazer por ele.

Eu oro, ensino e dialogo! E se alguém achar meu discurso muito chato, sou o primeiro mostrar que a minha sala de aula não é a única. Mestres são o que não falta num mundo cheio de microfones e púlpitos…

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