Aleteia logoAleteia logoAleteia
Quinta-feira 18 Abril |
Aleteia logo
Atualidade
separateurCreated with Sketch.

Rio de Janeiro bate novo recorde de turistas no Ano Novo

RIO DE JANEIRO BRASIL

Shutterstock-dmitry_islentev

Agências de Notícias - publicado em 05/01/20

O turismo é uma importante fontes de recursos, com que contam as autoridades locais e federais para impulsionar a economia brasileira

O Rio de Janeiro bateu um novo recorde na virada do ano, com 1,7 milhão de turistas e 2,9 milhões de pessoas que assistiram à celebração do réveillon na praia de Copacabana, segundo dados oficiais divulgados nesta quarta-feira (1).

O número de visitantes que chegou à cidade para o “Réveillon-2020” foi 21,4% superior ao do fim de ano de 2019, quando foram registrados 1,4 milhão de turistas, segundo a Riotur.

Oitenta por cento dos turistas vieram de outros estados, particularmente de São Paulo e Goiás, e 20% foram visitantes estrangeiros, sobretudo de Argentina, Chile e Estados Unidos.

Para a festa de fim de ano, a cidade investiu em 16,9 toneladas de fogos de artifício, que queimados durante 14 minutos de dez balsas no mar.

Artistas brasileiros animaram a festa em pelo menos quatro palcos instalados ao longo da praia de Copacabana.

Segundo o balanço da Riotur, o Rio também alcançou 100% de ocupação hoteleira na noite do fim de ano. Copacabana e Leme foram os bairros mais concorridos, de acordo com dados do sindicato de hospedagens do município do Rio de Janeiro em 31 de dezembro.

A festa de Ano Novo exigiu um investimento de 10 milhões de reais, pouco mais da metade procedente de empresas privadas, informou dias atrás o governador do estado do Rio, Wilson Witzel.

As autoridades não informaram ainda o faturamento da festa.

Mais de dois mil policiais foram mobilizados para dar segurança às celebrações e 120 garis para a limpeza das praias. No ano passado, foram coletadas 385 toneladas de lixo das areias.

O turismo é uma importante fontes de recursos, com que contam as autoridades locais e federais para impulsionar a economia brasileira, que tem demorado a se recuperar da crise 2015 e tem registrado desde então um fraco crescimento.

(AFP)

Top 10
Ver mais
Boletim
Receba Aleteia todo dia