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Padre de 82 anos foi o primeiro missionário assassinado em 2020

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“Ele foi encontrado com as mãos e pés amarrados e uma corda no pescoço. Uma morte terrível para quem dedicou toda a vida à sua missão”

O primeiro missionário católico assassinado em 2020 tinha 82 anos de idade: o pe. Jozef Hollanders, dos Oblatos de Maria Imaculada, era belga, mas vivia e trabalhava na África do Sul já fazia 55 anos, perto da fronteira com Botsuana.

Seu corpo foi encontrado na tarde da segunda-feira passada, 13 de janeiro, mas a investigação preliminar aponta que ele foi morto ainda na noite do domingo, 12, vítima de um assalto na paróquia em que trabalhava, na cidade de Bodibe.

O bispo local, dom Victor Phalana de Klerksdorp, afirmou que o assassinato é um duro golpe na comunidade a quem o padre servia “cheio de entusiasmo, vida e dedicação; ele parte da vida das pessoas”.

O superior provincial dos Missionários Oblatos de Maria, pe. Daniël Coryn, declarou:

“Estamos profundamente chocados com o que aconteceu. O pe. Jeff foi encontrado com as mãos e os pés amarrados e uma corda no pescoço. Uma morte terrível para quem dedicou toda a vida à sua missão. Durante 55 anos ele foi um missionário dedicado e fiel na região de língua tswana, agora Província do Noroeste da África do Sul. Ele gostava de criar novas comunidades cristãs. Recordamos que Jesus foi morto pelas mãos de outras pessoas e imaginamos que também pe. Jeff teria dito: ‘Perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem'”.

A língua tswana é falada em partes da África do Sul e em Botsuana. Além dela, o sacerdote falava africâner, idioma oficial na África do Sul junto com o inglês.

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Com informações dos Oblatos de Maria e da agência Fides

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