Ir para o conteudo principal

Os riscos de interpretarmos um papel de nós mesmos, fingindo ser quem não somos

1 min de leitura
MASKA TEATRALNA

Crédito: John Noonan/Unsplash | CC0

"Quando percebemos que Deus é a testemunha fiel e entendemos que ele quer que sejamos nós mesmos nele e a partir dele, deixamos pra trás as máscaras"

Compartilhar em :

“Quando percebemos que Deus é a testemunha fiel e entendemos que ele quer que sejamos nós mesmos nele e a partir dele, deixamos pra trás as máscaras”Em seu perfil no Facebook, o pe. José Eduardo Oliveira comentou sobre os riscos que uma pessoa sofre quando interpreta um falso papel de si própria na vida, fingindo ser quem não é:

Como é perigoso recitar um personagem na vida real!

Muitos fazem isto e, depois de produzir uma incongruência psicológica que a mente não é capaz de suportar, terminam loucos.

Quantas pessoas dizem frases religiosas como jargões materialmente verdadeiros, mas subjetivamente falsos, e deslocam o eixo de sua personalidade para uma encenação!…

Quando percebemos que Deus é a testemunha fiel e entendemos que ele quer que sejamos nós mesmos nele e a partir dele, deixamos pra trás as máscaras e desistimos de ser alguma coisa que não o reflexo dessa presença que nos empresta a capacidade de dizer “eu”, desistimos da nossa auto-imagem, da nossa reputação, de querermos ser a personificação de uma “escola” qualquer. Não há nada mais libertador!