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Um poema do pe. Zezinho sobre “de onde viemos e para Quem vamos”

PRAYER
Suzanne Tucker|Shutterstock
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“…aprendi a crer em alguém e em algo mais; aposto que não acabarei no meu último suspiro!”

A propósito das clássicas perguntas existenciais sobre quem somos, de onde viemos e para onde vamos, o pe. Zezinho compôs e publicou em seu Facebook o seguinte poema:

DE ONDE E PARA QUEM

De onde eu vim eu não sei. Eu ainda não existia.

Como eu comecei, os cientistas me disseram. Como eu sou, nem eu sei descrever. Mas para onde vou eu também não sei.

Porém, como aprendi a crer em alguém e em algo mais, aposto que não acabarei no meu último suspiro!

Vivo de crenças e de esperanças. E digo a mim mesmo e aos meus ouvintes que, mais dia e menos dia, estou indo para quem me criou.

Meu criador me espera! E é para ele que a qualquer hora eu irei. E mesmo se tiver que esperar alguns anos, vai valer a pena.

É que eu já sei para quem irei!

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