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Redação da Aleteia

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Como celebrar em casa o quarto domingo da Quaresma

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Aquarius Studio | Shutterstock
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Tendo em vista a impossibilidade de ir à Missa por causa do coronavírus

Nos próximos dias e semanas, muitos de nós não poderemos participar da missa dominical por causa do coronavírus. Por isso, Aleteia.org, em colaboração com a revista Magnificat, se mobiliza para oferecer-lhe a possibilidade de santificar este quarto domingo da Quaresma com esta celebração da Palavra de Deus.

ROTEIRO:

  • Se você está sozinho, é preferível ler as leituras e orações da missa deste domingo ou acompanhar a missa pela televisão.
  • Esta celebração requer ao menos a participação de duas pessoas.
  • Pode ser celebrada na noite de sábado (vigília do domingo) e na tarde do domingo. No entanto, a manhã de domingo é o momento mais apropriado.
  • Esta celebração se adapta particularmente ao contexto familiar.
  • Deve-se colocar o número de cadeiras necessário diante de um espaço de oração, respeitando a distância de um metro entre cada cadeira.
  • Deve-se colocar uma cruz ou o crucifixo.
  • Acende-se uma ou várias velas, que devem ser colocadas em um suporte seguro. Ao final da celebração, elas devem ser apagadas.
  • Se você tem flores no jardim, colha algumas para colocá-las no ambiente de oração, pois sua presença é particularmente indicada neste domingo Laetare, em previsão da alegria da Páscoa. 
  • Designa-se uma pessoa para dirigir a oração (em ordem de prioridade: um diácono, um leigo que tenha recebido o ministério de leitor ou acolitado, o pai ou a mãe de família.
  • A pessoa encarregada de dirigir a oração estabelecerá a duração dos momentos de silêncio.
  • Serão designados leitores para as leituras.
  • Preparar-se-á com antecedência a oração universal (que aparece neste guia) e se designará uma pessoa para sua leitura.
  • Podem-se preparar os cantos apropriados.

 

Domingo Laetare

Celebração da Palavra

 “Não tomem parte nas obras estéreis dos que são trevas”

 

Sentados. O condutor da celebração toma a palavra: 

 

Irmãos e irmãs,

Neste quarto domingo da Quaresma,

circunstâncias excepcionais nos impedem de participar

da celebração da Eucaristia.

Agora, sabemos que quando nos reunimos

para rezar em seu Nome,

Cristo Jesus se faz presente entre nós.

E cremos que, quando lemos a Escritura na Igreja,

quem nos fala é o próprio Verbo de Deus.

Sua palavra se converte, deste modo,

em autêntico alimento para nossa vida.

Por isso, dispomo-nos a escutar esta Palavra em comunhão com toda a Igreja.

 

Pausa

 

Este quarto domingo da Quaresma também é chamado

de Domingo Laetare, porque a antífona de abertura

começa com a passagem de Isaías:

“Alegrai-vos (Laetare, em latim) com Jerusalém vós todos que a amais”

Em meados do caminho quaresmal de penitência,

a Igreja nos convida a fazer uma pausa

para ser capaz de discernir o objetivo: a alegria perfeita da Páscoa,

e saborear uma antecipação.

 

Pausa

 

Irmãos e irmãs,

no meio de nossas tribulações,

no mais profundo dos nossas provações,

a Igreja nos convida a contemplar

e desejar o objetivo final:

a abençoada ressurreição que nos foi prometida

através de Jesus Cristo Nosso Senhor.

com Ele, n’Ele.

Agora nos preparamos, em silêncio, para abrir nossos corações.

 

Depois de um verdadeiro momento de silêncio, todos se levantam e fazem o sinal da cruz dizendo:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amén.

 

O condutor continua:

Para nos prepararmos para receber a Palavra de Deus

para que ela possa nos regenerar,

reconheçamos nossos pecados.

 

Em seguida, faz o rito penitencial. Por exemplo: 

Senhor, tem piedade de nós.

Porque pecamos contra ti.

Mostre-nos, Senhor, sua misericórdia.

E nos dê sua salvação.

 

Que Deus Todo-Poderoso tenha piedade de nós,

perdoe nossos pecados,

e nos conduza à vida eterna.

Amén.

 

Recitamos ou cantamos:

Senhor, tende piedade.

Senhor, tende piedade.

Cristo, tende piedade.

Cristo, tende piedade.

Senhor, tende piedade.

Senhor, tende piedade.

 

O condutor recita a oração:

Alegra-te, Jerusalém,

e que se reunam todos que a amam. 

Que os tristes compartilhem sua alegria,

venham saciar-se com sua felicidade

Amén

 

Em seguida, leem-se as leituras da missa deste quarto domingo da Quaresma. A pessoa encarregada da primeira leitura permanece de pé, enquanto as outras pessoas ficam sentadas.

 

PRIMEIRA LEITURA

Davi é ungido rei de Israel.

 

Leitura do Primeiro Livro de Samuel 16,1b.6-7.10-13a

Naqueles dias, o Senhor disse a Samuel:

Enche o chifre de óleo e vem

para que eu te envie à casa de Jessé de Belém,

pois escolhi um rei para mim entre os seus filhos.

Assim que chegou, Samuel viu a Eliab e disse consigo

‘Certamente é este o ungido do Senhor!’

Mas o Senhor disse-lhe: Não olhes para a sua aparência

nem para a sua grande estatura, porque eu o rejeitei.

Não julgo segundo os critérios do homem: o homem vê as

aparências, mas o Senhor olha o coração’

Jessé fez vir seus sete filhos à presença de Samuel,

mas Samuel disse:

‘O Senhor não escolheu a nenhum deles’.

E acrescentou: ‘Estão aqui todos os teus filhos?’

Jessé respondeu: Resta ainda o mais novo

que está apascentando as ovelhas’.

E Samuel ordenou a Jessé: ‘Manda buscá-lo, pois não

nos sentaremos à mesa enquanto ele não chegar’.

Jessé mandou buscá-lo.

Era Davi, ruivo, de belos olhos e de formosa aparência.

E o Senhor disse: ‘Levanta-te, unge-o: é este!’

Samuel tomou o chifre com óleo e ungiu a Davi

na presença de seus irmãos.

E a partir daquele dia o espírito do Senhor

se apoderou de Davi.

 

Palavra do Senhor.

 

A pessoa encarregada de ler o salmo coloca-se de pé, enquanto os outros permanecem sentados.

Salmo 22

O Senhor é o pastor que me conduz;

não me falta coisa alguma.

 

O Senhor é o pastor que me conduz;

não me falta coisa alguma.

Pelos prados e campinas verdejantes

ele me leva a descansa. R/

Para as águas repousantes me encaminha,

e restaura as minhas forças. R/

Ele me guia no caminho mais seguro,

pela honra do seu nome.

Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,

nenhum mal eu temerei.

Estais comigo com bastão e com cajado,

eles me dão a segurança! R/

Preparais à minha frente uma mesa,

bem à vista do inimigo;

com óleo vós ungis minha cabeça,

e o meu cálice transborda. R/

Felicidade e todo bem hão de seguir-me,

por toda a minha vida;

e, na casa do Senhor, habitarei

pelos tempos infinitos. R/

 

O encarregado da segunda leitura coloca-se de pé.

 

SEGUNDA LEITURA (Efésios 5,8-14)

 

“Levanta-te dentre os mortos e sobre ti Cristo resplandecerá.”

 

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios 5,8-14

 

Irmãos:

Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor.

Vivei como filhos da luz.

E o fruto da luz chama-se: bondade, justiça, verdade.

Discerni o que agrada ao Senhor.

Não vos associeis às obras das trevas,

que não levam a nada; antes, desmascarai-as.

O que essa gente faz em segredo,

tem vergonha até de dizê-lo.

Mas tudo que é condenável torna-se manifesto pela luz;

e tudo o que é manifesto é luz.

É por isso que se diz:

‘Desperta, tu que dormes,

levanta-te dentre os mortos

e sobre ti Cristo resplandecerá.’

Palavra do Senhor.

 

Todos se levantam no momento em que se recita ou canta a aclamação do Evangelho:

 

Honra e glória a Ti, Senhor Jesus.

Eu sou a luz do mundo, diz o Senhor;

quem me segue terá a luz da vida.

Honra e glória a Ti, Senhor Jesus.

 

Em seguida, passa-se à leitura do Evangelho.

 

EVANGELHO (João 9,1-41)

“O cego foi, lavou-se e voltou enxergando.”

 

Evangelho segundo São João 9,1-41

Naquele tempo, Jesus encontrou no seu caminho um cego de nascença.

Os discípulos perguntaram-Lhe: «Mestre, quem é que pecou para ele nascer cego? Ele ou os seus pais?».

Jesus respondeu-lhes: «Isso não tem nada que ver com os pecados dele ou dos pais; mas aconteceu assim para se manifestarem nele as obras de Deus.

É preciso trabalhar, enquanto é dia, nas obras daquele que Me enviou. Vai chegar a noite, em que ninguém pode trabalhar.

Enquanto Eu estou no mundo, sou a luz do mundo».

Dito isto, cuspiu em terra, fez com a saliva um pouco de lodo e ungiu os olhos do cego.

Depois disse-lhe: «Vai lavar-te à piscina de Siloé»; Siloé quer dizer «Enviado». Ele foi, lavou-se e ficou a ver.

Entretanto, perguntavam os vizinhos e os que antes o viam a mendigar: «Não é este o que costumava estar sentado a pedir esmola?».

Uns diziam: «É ele». Outros afirmavam: «Não é. É parecido com ele». Mas ele próprio dizia: «Sou eu».

Perguntaram-lhe então: «Como foi que se abriram os teus olhos?».

Ele respondeu: «Esse homem que se chama Jesus fez um pouco de lodo, ungiu-me os olhos e disse-me: “Vai lavar-te à piscina de Siloé”. Eu fui, lavei-me e comecei a ver».

Perguntaram-lhe ainda: «Onde está Ele?». O homem respondeu: «Não sei».

Levaram aos fariseus o que tinha sido cego.

Era sábado esse dia em que Jesus fizera lodo e lhe tinha aberto os olhos.

Por isso, os fariseus perguntaram ao homem como tinha recuperado a vista. Ele declarou-lhes: «Jesus pôs-me lodo nos olhos; depois fui lavar-me e agora vejo».

Diziam alguns dos fariseus: «Esse homem não vem de Deus, porque não guarda o sábado». Outros observavam: «Como pode um pecador fazer tais milagres?». E havia desacordo entre eles.

Perguntaram então novamente ao cego: «Tu que dizes d’Aquele que te deu a vista?». O homem respondeu: «É um profeta».

Os judeus não quiseram acreditar que ele tinha sido cego e começara a ver. Chamaram então os pais

dele e perguntaram-lhes: «É este o vosso filho? É verdade que nasceu cego? Como é que ele agora vê?».

Os pais responderam: «Sabemos que este é o nosso filho e que nasceu cego;

mas não sabemos como é que ele agora vê, nem sabemos quem lhe abriu os olhos. Ele já tem idade para responder; perguntai-lho vós».

Foi por medo que eles deram esta resposta, porque os judeus tinham decidido expulsar da sinagoga quem reconhecesse que Jesus era o Messias.

Por isso é que disseram: «Ele já tem idade para responder; perguntai-lho vós».

Os judeus chamaram outra vez o que tinha sido cego e disseram-lhe: «Dá glória a Deus. Nós sabemos que esse homem é pecador».

Ele respondeu: «Se é pecador, não sei. O que sei é que eu era cego e agora vejo».

Perguntaram-lhe então: «Que te fez Ele? Como te abriu os olhos?».

O homem replicou: «Já vos disse e não destes ouvidos. Porque desejais ouvi-lo novamente? Também quereis fazer-vos seus discípulos?».

Então insultaram-no e disseram-lhe: «Tu é que és seu discípulo; nós somos discípulos de Moisés.

Nós sabemos que Deus falou a Moisés; mas este, nem sabemos de onde é».

O homem respondeu-lhes: «Isto é realmente estranho: não sabeis de onde Ele é, mas a verdade é que Ele me deu a vista.

Ora, nós sabemos que Deus não escuta os pecadores, mas escuta aqueles que O adoram e fazem a sua vontade.

Nunca se ouviu dizer que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença.

Se Ele não viesse de Deus, nada podia fazer».

Replicaram-lhe então eles: «Tu nasceste inteiramente em pecado e pretendes ensinar-nos?». E expulsaram-no.

Jesus soube que o tinham expulsado e, encontrando-o, disse-lhe: «Tu acreditas no Filho do homem?».

Ele respondeu-Lhe: «Quem é, Senhor, para que eu acredite nele?».

Disse-lhe Jesus: «Já O viste: é quem está a falar contigo».

O homem prostrou-se diante de Jesus e exclamou: «Eu creio, Senhor».

Então Jesus disse: «Eu vim a este mundo para exercer um juízo: os que não veem ficarão a ver; os que veem ficarão cegos».

Alguns fariseus que estavam com Ele, ouvindo isto, perguntaram-Lhe: «Nós também somos cegos?».

Respondeu-lhes Jesus: «Se fôsseis cegos, não teríeis pecado. Mas como agora dizeis: “Nós vemos”, o vosso pecado permanece».

 

Palavra da Salvação.

 

A leitura conclui sem aclamação. Todos se sentam, e o condutor volta a ler lentamente, como se fosse um eco distante:

 

«Se fôsseis cegos, não teríeis pecado. Mas como agora dizeis: “Nós vemos”, o vosso pecado permanece»

 

Permanecemos cinco minutos em silêncio para meditar. Em seguida, todos se levantam e professam a fé da Igreja, recitando o símbolo dos apóstolos.

 

Creio em Deus Pai todo-poderoso,

criador do céu e da terra;

e em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor;

que foi concebido pelo poder do Espírito Santo;

nasceu na Virgem Maria,

padeceu sob Pôncio Pilatos,

foi crucificado morto e sepultado;

desceu à mansão dos mortos;

ressuscitou ao terceiro dia;

subiu aos céus,

está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso,

donde há de vir a julgar os vivos e os mortos;

creio no Espírito Santo,

na santa Igreja Católica,

na comunhão dos santos,

na remissão dos pecados,

na ressurreição da carne,

na vida eterna. Amém

 

Todos permanecem de pé para invocar a oração dos fiéis, segundo tenha sido preparada ou seguindo esta fórmula.

 

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Senhor, envie seu Espírito

e renove a face da terra.

 

Senhor, envie seu dom de piedade ao nosso Papa Francisco,

aos nossos bispos e padres,

para que neste momento de provação

permaneçam como bons pastores, mais do que nunca,

liderando pelo exemplo

seus filhos no caminho da santidade. R.

 

Senhor, envie seu dom de conselho aos nossos governantes:

para que tomem as decisões certas para o bem comum. R.

 

Senhor, envie o dom da ciência aos nossos pesquisadores:

para que encontrem os remédios que salvam. R.

 

Senhor, envie o dom de amor aos médicos,

enfermeiros e pessoal da saúde,

para que sua entrega aos outros seja transfigurada. R.

 

Senhor, envia o dom de força aos enfermos,

para que eles tenham a coragem de oferecer seu sofrimento,

em união com a entrega de seu Filho Jesus Cristo. R.

 

Senhor, envie-nos o dom da sabedoria,

para que em todas as circunstâncias,

adoremos o plano amoroso de sua Providência.

 

Envie-nos também o dom da compreensão,

para nós encontremos na Palavra de Deus

as respostas para as nossas perguntas.

 

Finalmente, envie-nos o dom do temor de Deus

para que permaneçamos fiéis ao seu amor

e só tenhamos medo do que pode nos separar de Ti. R.

 

Ao final, o condutor introduz a oração do Senhor:

 

Unidos no Espírito e na comunhão da Igreja,

fiéis à recomendação do Salvador,

ousamos dizer:

 

Reza-se o Pai Nosso

 

Pai Nosso que estais nos Céus,

santificado seja o vosso Nome,

venha a nós o vosso Reino,

seja feita a vossa vontade

assim na terra como no Céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje,

perdoai-nos as nossas ofensas

assim como nós perdoamos

a quem nos tem ofendido,

e não nos deixeis cair em tentação,

mas livrai-nos do Mal.

 

E imediatamente todos prosseguem proclamando: 

Teu é o reino, o poder e a glória para sempre, Senhor.

 

O condutor convida a dar a paz: 

 

Acabamos de juntar nossa voz

à do Senhor Jesus para rezar ao Pai.

Nós somos filhos no Filho.

Na caridade que nos une,

renovados pela Palavra de Deus,

podemos trocar um gesto de paz,

sinal de comunhão

que recebemos do Senhor.

 

Faz-se o gesto da paz.

Sentamo-nos.

 

COMUNHÃO ESPIRITUAL

 

O condutor diz:

Como não podemos receber a comunhão sacramental,

O Papa Francisco nos convida urgentemente a realizar a comunhão espiritual,

também chamada de “comunhão do desejo”.

O Concílio de Trento nos lembra que

“trata-se de um desejo ardente de alimentar-se deste pão celestial,

unidos a uma fé viva que trabalha pela caridade,

  e isso nos torna participantes dos frutos e graças do Sacramento”.

O valor da nossa comunhão espiritual

portanto, depende da nossa fé na presença de Cristo na Eucaristia,

como fonte de vida, amor e unidade,

e de nosso desejo de receber a Comunhão, apesar de tudo.

 

Com esta disposição, convido-vos a reclinar a cabeça,

fechar os olhos e viver um momento de recolhimento.

 

Silêncio

 

No mais profundo de nossos corações

deixemos crescer o desejo ardente de nos unirmos a Jesus,

em comunhão sacramental,

e de fazer que seu amor se faça vivo em nossas vidas,

amando nossos irmãos e irmãs como Ele nos amou.

 

Permanecemos cinco minutos em silêncio em um diálogo de coração a coração com Jesus Cristo.

Podemos cantar um cântico de ação de graças.

Colocamo-nos de pé.

O condutor pronuncia, em nome de todos, a fórmula da bênção:

 

Pela intercessão de São N.

[padroeiro da paróquia],

de todos os santos e santas de Deus,

que o Senhor da perseverança e da fortaleza

ajude-nos a viver o espírito de

sacrifício, compaixão e amor de Jesus Cristo.

 

Desta forma, em comunhão com o Espírito Santo,

daremos glória a Deus,

Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo,

pelos séculos dos séculos.

Amén.

 

É possível concluir a celebração elevando um cântico à Virgem Maria.

 

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