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Orações do dia: domingo, 22 de março

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DOMINGO, 22 DE MARÇO

4º Domingo da Quaresma

Oração da manhã

 

No templo santo onde refulge a vossa glória. 
A vós louvor, honra e glória eternamente! 

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,

como era no princípio, agora e sempre.

Amém

Hino

Humildes, ajoelhados
na prece que a fé inspira,
ao justo Juiz roguemos
que abrande o rigor da ira.

 

Ferimos por nossas culpas
o vosso infinito amor.
A vossa misericórdia
do alto infundi, Senhor.

 

Nós somos, embora frágeis, 
a obra de vossa mão;
a honra do vosso nome
a outros não deis, em vão.

 

Senhor, destruí o mal,
fazei progredir o bem; 
possamos louvar-vos sempre, 
e dar-vos prazer também.

 

Conceda o Deus Uno e Trino, 
que a terra e o céu sustém, 
que a graça da penitência 
dê frutos em nós. Amém.

 

 

Cântico Dn 3,52-57 
O Criador é bendito para sempre (Rm 1,25). 

Sede bendito, Senhor Deus de nossos pais. 
A vós louvor, honra e glória eternamente! 
 Sede bendito, nome santo e glorioso. 
A vós louvor, honra e glória eternamente! 

No templo santo onde refulge a vossa glória. 
A vós louvor, honra e glória eternamente! 
E em vosso trono de poder vitorioso.
A vós louvor, honra e glória eternamente! 

Sede bendito, que sondais as profundezas.
A vós louvor, honra e glória eternamente! 
E superior aos querubins vos assentais. 
A vós louvor, honra e glória eternamente! 

Sede bendito no celeste firmamento. 
A vós louvor, honra e glória eternamente! 
Obras todas do Senhor, glorificai-o.
A Ele louvor, honra e glória eternamente!


Glória ao Pai…

 

Leitura breve Ne 8,9b.10b

Este é um dia consagrado ao Senhor, vosso Deus! Não fiqueis tristes nem choreis. Pois este dia é santo para o nosso Senhor. Não fiqueis tristes, porque a alegria do Senhor será a vossa força.

 

A alegria do Senhor é nossa força e amparo. Sois bendito, Senhor Deus, de geração em geração. 

Seja bendito vosso nome glorioso, que céu e terra vos exaltem, sem cessar!

 

BENEDICTUS

O homem, chamado Jesus, fez barro e ungiu os meus olhos. Eu fui, me lavei e estou vendo. 

 

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

 
e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos, 


para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam. 

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança 

 

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo, 


a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino, 
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos, 


anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,


para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados 


e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz. 

Glória ao Pai…

 

Preces

Glorifiquemos a Deus, cuja bondade é infinita e, por Jesus Cristo, que vive eternamente intercedendo por nós junto ao Pai, rezemos; e digamos: 

R. Acendei em nós, Senhor, o fogo do vosso amor!

Deus de misericórdia fazei-nos viver hoje generosamente a prática do amor fraterno, 
– para que todos sintam em nós os efeitos da vossa bondade. R. 


Vós, que na arca salvastes Noé das águas do dilúvio, 
–  salvai os catecúmenos nas águas do batismo. R. 


Saciai-nos não apenas de pão, 
–  mas, de toda palavra que sai de vossa boca. R. 


Afastai todo sentimento de discórdia e divisão, 
– para que reinem sempre entre nós a caridade e a paz. R. 

 

(Intenções livres)

 

Pai nosso …

 

Oração

Ó Deus, que por vosso Filho realizais de modo admirável a reconciliação do gênero humano, concedei ao povo cristão correr ao encontro das festas que se aproximam, cheio de fervor e exultando de fé. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. 

 

MEDITAÇÃO DO DIA

 

Eu sou a Luz do mundo

 

Hoje, no centro do Evangelho e no centro da liturgia encontra-se Jesus e um homem cego de nascença. Cristo restitui-lhe a vista e faz isto num sábado. Ele opera este milagre, por certos aspectos, de um modo “ritual”. Antes mistura o pó da terra com a saliva e unta com ele os olhos do cego. Em seguida, ordena-lhe que se lave na piscina de Siloé. Depois de se ter lavado, o cego de nascença readquire a vista. Com este sinal Jesus de Nazaré manifesta-se como luz do mundo, antes de mais, porque torna possível a vista ao homem cego: a vista é a capacidade de contato com a luz do mundo exterior.

Depois, porque liberta este homem da cegueira de espírito. Abre os olhos da alma dele para Deus e para os seus mistérios. Uma tal abertura da alma chama-se fé, que significa estar em contato com a luz do mundo interior. O homem cego de nascença, depois de ter readquirido a capacidade de ver, abre-se ao mesmo tempo para o mistério de Cristo. Confessa a fé no Filho do Homem. O evento, leva-nos a refletir sobre a nossa fé em Cristo […]. Indiretamente, este evento refere-se também ao Batismo, que é o primeiro sacramento da fé: o sacramento que abre os olhos, mediante o renascimento por meio da água e do Espírito Santo; tal como aconteceu com o cego de nascença, cujos olhos se abriram, depois de se ter lavado na água da piscina de Siloé. O evento mostra-nos também que a fé do homem, renascido pelo poder de Cristo, encontra a desconfiança e, até mesmo, a incredulidade. Em certo sentido ele deve caminhar através desta desconfiança e incredulidade. Assim, caminha a fé do cego de nascença, a quem Cristo restituiu a vista. A sua fé no Filho do Homem encontra a oposição dos fariseus, a incredulidade deles. Não é fácil a um homem, socialmente deficiente, opor a esta incredulidade a própria fé. Todavia, diante de todas as acusações, que os seus interlocutores apresentam a respeito de Jesus, ele tem um argumento irrefutável: ele restituiu sua visão. Além da teimosa incredulidade, o homem curado da cegueira congênita, encontra também temor e medo, até da parte dos próprios pais, que preferem não se expor às represálias dos fariseus influentes. […] Assim, pois, a fé do homem, a quem Cristo restituiu a vista, passa através de uma dura prova, mas sai vitoriosa. A luz incutida por Cristo na sua alma — não só nos seus olhos demonstra-se mais forte do que a incredulidade e a desconfiança, revela-se também mais forte do que os temores humanos e à própria vontade de intimidar. Tudo isto têm sua eloquência, não só no contexto deste homem concreto e deste evento real (que no Evangelho de João é descrito de um modo extraordinariamente detalhado), mas também no contexto da vida e do comportamento de todos os homens, de cada cristão. A fé de cada um de nós, porventura, não está exposta à nossa própria fraqueza?  — e também à incredulidade, à desconfiança, às dúvidas, à pressão da opinião e, às vezes, ao medo, à discriminação e à perseguição? Pensemos hoje em todos os homens do mundo inteiro, em todos aqueles a quem Cristo concedeu a sua luz: a quantas dificuldades, opressões, perseguições, está exposta a fé de muitos deles! E quão frequentemente a fé deve lutar contra as fraquezas de cada um de nós! Peçamos uma fé forte. Peçamos a coragem da fé.

 

São João Paulo II

Praça de São Pedro, Homilia, 1 de abril de 1984.

264° Papa da Igreja Católica (1920-2005).

 

 

Oração da tarde

 

Feliz o homem que respeita o Senhor

e que ama com carinho a sua lei!

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,

como era no princípio, agora e sempre.

Amém.

 

Hino

Ó Pai, nesta Quaresma,
ouvi nossos pedidos:
na mais contrita prece 
nos vedes reunidos.

 

Sondais as nossas almas,
na fé tão inconstantes:
se para vós se voltam,
mudai-as quanto antes.

 

Pecamos, na verdade,
tão longe da virtude: 
Senhor, por vosso nome, 
a todos dai saúde.

 

Fazei que nosso corpo, 
enfim disciplinado,
o dia todo fuja
da culpa e do pecado.

 

Que o tempo da Quaresma 
nos leve à santidade, 
e assim louvar possamos 
a glória da Trindade.

 

Salmo 111(112) 

Vivei como filhos da luz. E o fruto da luz chama-se: bondade, justiça, verdade.(Ef 5,8-9)

 

Feliz o homem que respeita o Senhor 

e que ama com carinho a sua lei! 

Sua descendência será forte sobre a terra,

abençoada a geração dos homens retos! 

 

Haverá glória e riqueza em sua casa, 

e permanece para sempre o bem que fez. 

Ele é correto, generoso e compassivo,

como luz brilha nas trevas para os justos. 

 

Feliz o homem caridoso e prestativo,

que resolve seus negócios com justiça. 

Porque jamais vacilará o homem reto, 

sua lembrança permanece eternamente! 

 

Ele não teme receber notícias más:

confiando em Deus, seu coração está seguro. 

Seu coração está tranquilo e nada teme,

e confusos há de ver seus inimigos. 

 

Ele reparte com os pobres os seus bens, 

permanece para sempre o bem que fez, 

e crescerão a sua glória e seu poder. 

 

O ímpio, vendo isto, se enfurece, 

range os dentes e de inveja se consome; 

mas os desejos do malvado dão em nada.

 

Glória ao Pai…

 

Leitura breve 1Cor 9,24-25 

Os que correm no estádio correm todos juntos, mas um só ganha o prêmio. Correi de tal maneira que conquisteis o prêmio. Todo atleta se sujeita a uma disciplina rigorosa em relação a tudo, e eles procedem assim, para receberem uma coroa corruptível. Quanto a nós, a coroa que buscamos é incorruptível. 

 

Em abundância vós me dais muito vigor para o combate, ó Deus de minha vitória!

Vossa justiça me oriente.

 

MAGNIFICAT

Jamais se ouviu dizer que alguém abriu os olhos a um cego de nascença, a não ser Cristo Jesus.

 

A minha alma engrandece ao Senhor

e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;

pois ele viu a pequenez de sua serva, 

desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita. 

O Poderoso fez por mim maravilhas

e Santo é o seu nome! 
Seu amor, de geração em geração, 

chega a todos que o respeitam; 

demonstrou o poder de seu braço,

dispersou os orgulhosos;

derrubou os poderosos de seus tronos 

e os humildes exaltou;

 

De bens saciou os famintos,

e despediu, sem nada, os ricos.

Acolheu Israel, seu servidor,

fiel ao seu amor,

 

como havia prometido aos nossos pais,

em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre. 


Glória ao Pai…

 

Preces

Demos graças a Cristo, nosso Mestre e Senhor, que veio para servir e fazer o bem a todos; e supliquemos com humildade e confiança: 

R. Abençoai, Senhor, a vossa Igreja! 

Guiai, Senhor, os nossos bispos e presbíteros, que participam do vosso ministério de Chefe e Pastor da Igreja, 
a fim de que eles, assistidos por vós, conduzam para o Pai a humanidade inteira. R. 


Que os vossos anjos acompanhem os viajantes, 
para que evitem todos os perigos do corpo e da alma. R. 

 

Ensinai-nos a servir a todos, 
a fim de imitarmos a vós, que viestes para servir e não para ser servido. R. 


Fazei reinar em toda a comunidade humana o espírito de fraternidade sincera, 
para que se torne, com a vossa presença, uma cidade forte e inabalável. R. 


(Intenções livres) 


Sede misericordioso para com todos os que partiram desta vida, 
e acolhei-os na luz da vossa face. R. 

 

Pai nosso…

 

ANTÍFONA MARIANA

Ave Maria, gratia plena; Dominus tecum: benedicta tu in mulieribus, et benedictus fructus ventris tui Iesus. Sancta Maria, Mater Dei ora pro nobis peccatoribus, nunc et in hora mortis nostrae. Amen.

(Tradução)

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, Bendita sois Vós entre as mulheres, e Bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém

 

SEJAM SANTOS!

Na escola da santidade.

 

São Basílio de Ancira

 

Presbítero e mártir (†362)                                     Comemoração: 22 de março

 

Em 336, quando foi deposto o bispo Marcelo da cidade de Ancira, (atual Turquia), pelo ariano Eusébio de Nicomédia, Basílio foi pela primeira vez apontado bispo em seu lugar. Sabe-se que Basílio era oriundo de Ancira e era sacerdote nesta cidade. Em 348, Marcelo foi inocentado pelo papa Júlio I e voltou a ser bispo de Ancira. Seu bispado continuou por mais cinco anos e, no ano de 353, foi deposto e novamente substituído por Basílio. Durante o mandato do novo imperador Flávio Júlio Constante opôs-se firmemente aos arianos. Em 12 de dezembro de 361, Juliano entrou em Constantinopla como imperador único, sem precisar vencer nenhuma batalha, como um eleito dos deuses pagãos para defender o império das provações que se apresentassem. Ao assumir o comando do império, Juliano assumiu sua crença no paganismo e se colocou sob a proteção dos deuses Zeus e Hélio. O período em que Juliano governou ficou conhecido como “restauração pagã”, pois houve uma tentativa por parte do imperador de restaurar a cultura pagã do império. O novo imperador, embora batizado e educado no cristianismo, adotou as antigas crenças pagãs greco-romanas, o que lhe valeu posteriormente a alcunha de “Apóstata”. Basílio manifestou enérgica oposição à restauração do culto aos ídolos e, corajosamente, foi até o imperador, quando este foi visitar Ancira, e professou abertamente sua fé e pregou contra os sacrifícios e oferendas ao imperador romano. Ao refutar abertamente um sacrifício em andamento com uma oração – para que nenhum cristão se afastasse da fé -, foi preso imediatamente e entregue ao procônsul da província. Foi torturado – pedaços de sua pele foram retirados de suas costas – e executado no dia 28 de junho de 362.

Na Igreja Latina, o culto a Basílio remonta apenas a 1586, quando seu nome foi introduzido no Martirológio Romano.

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