Receba o boletim diário da Aleteia gratuitamente no seu email.
Alimente o seu espírito. Receba grátis os artigos da Aleteia toda manhã.
Inscreva-se

Sem condições de apoiar?

Veja 5 formas de você ajudar a Aleteia

  1. Reze por nossa equipe e pelo êxito de nossa missão
  2. Fale sobre a Aleteia em sua paróquia
  3. Compartilhe os artigos da Aleteia com seus amigos e familiares
  4. Desative o bloqueio de publicidade quando nos visitar
  5. Inscreva-se para receber nosso boletim gratuito e leia-nos diariamente

Obrigado!
Redação da Aleteia

Enviar

Aleteia

A jovem com síndrome de Down que luta contra o aborto de pessoas deficientes

Heidi Crowter / Captura de Tela (YouTube)
Compartilhar

Heidi quer que a Suprema Corte britânica mude a legislação atual, que “viola inadmissivelmente a dignidade de pessoas com deficiência”

Heidi Crowter, de 24 anos, entrou na Justiça contra o governo britânico. Ela quer alterar a legislação que autoriza o aborto de crianças catalogadas como “seriamente deficientes” sem qualquer limite de semana da gestação.

Ela declarou à agência Catholic News Service (CNS):

“Hoje, no Reino Unido, os bebês podem ser abortados até a data do nascimento se forem considerados seriamente deficientes. Essa definição me inclui, só porque eu tenho um cromossomo a mais”.

Junto com Heidi, a ação foi movida também por Cheryl Bilsborrow, mãe de uma criança de 2 anos que também tem a síndrome de Down.

Heidi e Cheryl questionam a legislação britânica aprovada em 1967 para permitir o aborto de bebês até a 24ª semana de gestação – mas sem limite de prazo para bebês que, por exemplo, tenham síndrome de Down, lábio leporino e pé torto congênito.

O objetivo das duas cidadãs britânicas é que a Suprema Corte mude a legislação, que, reforçam elas, “viola inadmissivelmente a dignidade de pessoas com deficiência”.

Boletim
Receba Aleteia todo dia