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Como fazer sua parte para combater o coronavírus

HEALTHCARE
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Superação da pandemia depende de mobilização de cada um

Há pelo menos 75 anos a humanidade não era colocada a prova como com pandemia do novo coronavírus. E agora, ainda mais do que após a Segunda Guerra Mundial (1939-1974), o bem-estar da nossa espécie e a quantidade de sobreviventes depende principalmente de como cada um de nós colabora com a disseminação do vírus. Se cada um de nós fizer a sua parte, com consciência e disciplina, a humanidade sairá vitoriosa. 

Neste momento, não existe essa dicotomia estapafúrdia entre saúde e economia. Sem saúde, sem braço de trabalho, sem segurança, não existe economia. A economia existe a serviço do homem. Colocá-la acima da saúde e do bem-estar das pessoas me parece um erro irreparável. 

E o melhor que podemos fazer uns pelos outros, hoje, é contribuir ao máximo para que esse vírus não se reproduza e não contamine ainda mais. Lembrando que estamos falando de um vírus que demora cerca de cinco dias para desencadear os primeiros sintomas, ao qual cerca de 44% da população se mostra assintomática, servindo como meros portadores e transmissores, existem vários cuidados que cada um pode tomar para fazer sua parte. Dos mais básicos, como não sair de casa exceto o extremamente necessário e usar sempre máscara em público, a cuidados mais específicos.

Nos EUA, há estudos que mostram que a maioria dos norte-americanos contrai o vírus em sua própria casa. Ou seja, na maioria das vezes um membro da família sai para ir no mercado ou na drogaria, contrai o vírus e contamina todos que moram com ele. 

Além de sair o mínimo possível, é preciso sempre higienizar as compras logo ao chegar em casa, depois higienizar a superfície onde elas foram manipuladas, e tomar o máximo cuidado para que as sacolas não contaminem os móveis. O mesmo vale para as roupas com as quais a pessoa sai. 

É útil reservar uma área “contaminada”da casa, de preferência na entrada, onde se possa tirar a roupa, que deve ir direto para a máquina de lavar, e deixar os sapatos que tiveram contato com a rua. Em vez de tomar banho antes de sair de casa, passe a tomar ao voltar para casa, e lave sempre as mãos. 

Ao receber entregadores, use máscara e tente pegar as encomendas pela beirada, sem deixar de higienizar embalagens, descartar sacolas da maneira correta e, novamente, lavar as mãos. Com isso em mente, o banheiro é uma área da casa que costuma ser foco de transmissão, pois as pessoas acabam encostando nos mesmos pontos das torneiras, descargas, puxadores e maçanetas. Importante aumentar a frequência e limpar até os detalhes no ambiente. O mesmo vale para computadores compartilhados, as maçanetas de todas as portas, a mesa das refeições e o controle da TV. 

Se precisar dirigir, passe álcool gel na maçaneta, no volante, nas alavancas do câmbio e da seta. Ao voltar para casa, imediatamente lave as mãos. Também lembre-se evitar tossir e espirrar ou ao menos tapar a boca com o braço quando estiver junto com outra pessoa. Evite conversar a menos de 1,5 metro dos membros da sua família e procure isolar aqueles que se enquadram no grupo de risco (idosos e portadores de condições de saúde pré-existentes). 

Nesses tempos, manter a distância significa mais cuidado do que um abraço. 

 

 

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