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Antídoto contra o caos

CHILDREN, PRAY, ROSARY
KOBRYN TARAS | Shutterstock
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O primeiro ponto é a oração. Não há onda de mal que resista ao poder de Deus

Prezado(a) leitor(a), o Brasil tende – se realmente houver um avanço significativo dos “baderneiros” – a rumar para um caos que prejudicará, de modo muito direto, você e seus entes queridos. O objetivo deste artigo é oferecer pistas de reações sadias e eficazes dentro da lei e da ordem ante esse cenário sombrio.

O primeiro ponto é a oração. Não há onda de mal que resista ao poder de Deus (cf. Rm 8,31). Reze, pois, o terço, faça um momento de oração diante do Santíssimo Sacramento, frequente os sacramentos (se na sua região já houver alguma sacerdotes atendendo), especialmente o da Reconciliação e o da Eucaristia e, sobretudo, nunca se esqueça de Nossa Senhora: a mulher que Deus escolheu para ser digna mãe do seu Filho (cf. Lc 1,30-31) e é a via mais fácil para se chegar até Ele (cf. Jo 2,1-11). Aliás, São Maximiliano Kolbe ensinou: “Confiemos na Imaculada, coloquemo-nos verdadeiramente em suas mãos, e Ela continuará a vencer as batalhas de Deus, como em Lepanto, como em Viena. A Imaculada, em seu ilimitado e respeitoso amor, luta nas batalhas de Deus para vencer o mal e triunfar o bem, esmaga a cabeça do monstro infernal e destrói todas as heresias do mundo inteiro” (Catolicismo n. 832, abril de 2020, p. 38).

O segundo é saber que o mal, aparentemente dividido, se une, sob misteriosas vozes de comando ou palavras de ordem, contra o bem. Há nas pessoas más de todo tipo, segundo São João Bosco, um como que instinto diabólico de atração e união para fazer marchar o caos: “No que se refere aos maus, direi apenas uma coisa, que talvez pareça inverossímil, mas que é verdade certa, tal qual a digo: suponhamos que entre 500 alunos de um colégio haja um de vida depravada; chega depois um novo aluno pervertido; são de regiões e lugares diferentes, até de nacionalidades diversas, estão em cursos e lugares diferentes, nunca se viram nem se conheceram; apesar de tudo isto, no segundo dia de estadia no colégio, e talvez após algumas horas, vê-los-eis juntos durante o recreio. Parece que um espírito mau os faz adivinhar quem está manchado de sua mesma obscuridade, ou então é como se um ímã demoníaco os atraísse para travar íntima amizade. O ‘dize-me com quem andas e te direi quem és’ é um meio facílimo de dar com as ovelhas sarnentas, antes que se transformem em lobos rapaces” (Biografia de Don Bosco. Madri: BAC, 1955, p. 457-458).

O terceiro o (a) convida a jamais ser cúmplice do mal. Se souber de algo ilícito contra a paz e a ordem, proteja-se, mas também denuncie anonimamente a conjuração às Polícias Militar (190), Civil (181) ou Guarda Civil Municipal (153). Lembre-se de que para uma intervenção instantânea o correto é ligar no 190 ou no 153. 

O quarto é a valorização das forças policiais em geral. Além de um respeitoso cumprimento, busque saber e auxiliar nas possíveis necessidades que a instituição ou alguns de seus membros eventualmente tenham. Afinal, eles ofertam a própria vida, se preciso for, para salvar a do próximo (cf. Jo 15,13).

O quinto é o conhecimento do direito natural, moral e legal que você tem à legítima defesa própria ou de terceiros (cf. Catecismo da Igreja Católica n. 2263-2266; Código Penal Brasileiro, 1940, art. 25) e de sua legítima propriedade (Constituição Federal, Art. 5º, inc. XI, e Código Penal, art. 150). Quem, por legítima defesa, tiver de tirar a vida do injusto agressor não comete pecado, pois foi o criminoso quem, ao sair para atentar contra a vida e os bens alheios, pôs a sua própria existência em risco (cf. Catecismo da Igreja Católica n. 2264; João Paulo II. Evangelium vitae, 1995, n. 55).

O sexto e último ponto refere-se às eleições municipais deste ano. Importa não votar em partidos e/ou candidatos defensores do comunismo, do socialismo, do abortismo e do caos em quaisquer de suas modalidades, dado que, sob capa de democracia e paz, visa-se levar ao poder, em nosso país, a ditadura vermelha mais genocida da história (cf. VV. AA. O Livro negro do comunismo: crimes, terror e repressão. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999).

Eis, pois, um bom antídoto contra o caos esquerdista que ameaça o Brasil!

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