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5 marcos da arquitetura no centro de São Paulo

SAO PAULO, BRASIL, BRAZIL

Vinicius Bacarin / Shutterstock.com

Octavio Messias - publicado em 06/08/21

Edifícios históricos representam a vanguarda da arquitetura em suas épocas 

Durante a pandemia, fica mais difícil ir a museus e exposições. Mas, em cidades como São Paulo, muitas vezes não é necessário ir a um lugar fechado para se experienciar momentos de lazer e se obter cultura e deleite estético.

A arquitetura paulistana é internacionalmente reconhecida, especialmente pelos prédios da era modernista, que viveu seu apogeu entre os anos 1950 e 1970. É possível criar roteiros para fazer a pé, incluindo alguns dos principais cartões-postais da cidade.

Confira, a seguir, cinco marcos arquitetônicos da cidade localizados em um raio de apenas quatro quilômetros e com trajeto plano entre um e outro. 

Edifício Copan

SAO PAULO, BRASIL, BRAZIL, COPAN

Um dos mais emblemáticos edifícios da capital paulista, dos principais projetos do arquiteto Oscar Niemeyer (1907–2012) e a maior estrutura de concreto armado do país (com 32 andares e 115 metros de altura), o Copan foi inaugurado em 1966. Pensado como um bairro vertical, tem comércio e lazer no térreo e unidades que variam entre kitinetes de 20 metros e apartamentos de 200 metros quadrados. Não deixe de tomar um expresso no emblemático café Floresta, na entrada. Antes da pandemia, o terraço do topo costumava receber visitantes gratuitamente a partir das 15h30. 

Av. Ipiranga, 200

Edifício Itália

Na mesma calçada do Copan está outro ícone da arquitetura paulistana, o Circolo Italiano, mais conhecido como Edifício Itália, inaugurado em 1965, com projeto do arquiteto alemão Franz Heep. O segundo edifício mais alto da cidade, com 165 metros de altura. No 46º andar fica o famoso restaurante Terraço Itália, cuja varanda oferece uma vista de 360º da cidade.

Av. Ipiranga, 344

Antigo Hotel Hilton

Visível do Minhocão e de diversos pontos do Centro de São Paulo, o prédio que costumava abrigar a unidade paulistana da grande rede de hotéis (transferida em 2007 para o Morumbi) foi projetado pelo arquiteto Mário Bardelli e inaugurado em 1971. No terraço do décimo andar, há uma piscina (desativada) desenhada por Oscar Niemeyer  e jardim de Burle Marx preservado até hoje. 

R. Epitácio Pessoa, 75

Edifício Viadutos

Junto com os edifícios Louvre e Planalto, o Viadutos forma uma brilhante trinca, em menos de 700 metros, do arquiteto paulistano Artacho Jurado (1907–1983), um nome menos conhecido mas não menos brilhante do modernismo brasileiro. Como os demais, o Viadutos, inaugurado em 1956, se tornou icônico pela fachada colorida, além de seu estilo que combina o nouveau e o déco franceses com o glamour de Hollywood.

Viaduto Jacareí, 19

Edifício Martinelli

Idealizado pelo conde italiano Giuseppe Martinelli, inaugurado em 1929 e projetado pelo arquiteto húngaro William Fillinger, foi o primeiro arranha-céu da América Latina, com 30 andares e 105 metros de altura. Concluído em etapas, os últimos dois andares são formados por um palacete onde o próprio Martinelli chegou a morar com sua família e que abriga um dos mirantes mais importantes da cidade. Situado no triângulo entre a rua São Bento, a avenida São João e a rua Líbero Badaró, está aberto a visitação, basta se informar na recepção.

R. São Bento, 405

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