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A música pop que se aproxima do catolicismo quando fala de amor

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Tom Hoopes - publicado em 04/10/21

Quer ver os 3 fundamentos do casamento? Verifique o CCC, e essas músicas de sucesso...

Quando uma mulher e um homem se apaixonam, eles sabem exatamente o que esperam — e tanto a Igreja Católica quanto a música pop concordam em que eles podem alcançar seu sonho.

Pode parecer antiquado quando o Catecismo diz que “a unidade, a indissolubilidade e a abertura à fecundidade são essenciais ao Matrimônio” (CIC 1664).

Mas faz sucesso quando Ed Sheeran canta “Eu não vou desistir desta vez”, na música “Perfect” — porque “Eu encontrei um amor, para carregar mais do que apenas meus segredos / Para carregar amor, para carregar nossos filhos”.

O fato é que o ensinamento da Igreja de que o casamento tem que ser exclusivo, vitalício e aberto à vida não é antiquado, rigoroso ou anti-humano. É a expressão natural do coração humano. E muitas músicas antigas e novas expressam exatamente isso. Aqui estão alguns exemplos.

Vamos primeiro de “indissolubilidade”

“A união matrimonial do homem e da mulher é indissolúvel: foi o próprio Deus que a estabeleceu: «Não separe, pois, o homem o que Deus uniu» (Mt 19, 6)”, diz o Catecismo (1614)

A música country sempre reconheceu isso. Lembro-me de quando o grupo country Shenandoah fez enorme sucesso com a música “I Want to Be Loved Like That”. Diz a letra: “Eu quero ser amado assim / Uma promessa que não pode ser desfeita.” Isso é o casamento católico.

No recente sucesso “Things a Man Oughta Know”, Lainey Wilson afirma: “Como saber quando é amor / Como ficar quando é difícil… / Se você realmente ama uma mulher, não a deixa ir / Bem, eu sei algumas coisas que um homem deveria saber.”

Taylor Swift viu isso no hit inicial de sua carreira “Love Story”, onde ela imagina seu Romeu dizendo: “Case comigo, Julieta, você nunca precisa ficar sozinha”. Em seu recente hit “Lover”, diz “Leve-me para sair e leve-me para casa / Para todo o sempre”.

Indissolubilidade é um compromisso diário, como diz o ensinamento católico, e também o sucesso do grupo Train, “Casa comigo / Hoje e todos os dias”.

Em segundo lugar, o casamento deve ser “único”

Quem ama sabe que quer ser “único(a)”, para citar Adele. Isso significa que você tem que amar — e expressar seu amor — apenas ao seu cônjuge, e ninguém mais.

John Legend diz: “Todos em mim / Amam todas em você… Você é o meu fim e o meu começo / Mesmo quando eu perco, estou ganhando / Porque eu te dou tudo de mim / E você me dá tudo de si.”

É também o que Taylor Swift canta em sua música “Fifteen”: “Abigail deu tudo de si para um garoto que mudou de ideia / E nós duas choramos / Porque quando você tem quinze anos / E alguém diz que te ama / Você acredita”

Terceiro: a abertura aos filhos

A Igreja ensina que o aspecto unitivo é apenas uma parte essencial do ato sexual. Igualmente importante é o “procriativo”.

“A Igreja, que «toma partido pela vida», ensina que «todo o acto matrimonial deve, por si estar aberto à transmissão da vida»”, diz o CIC (2366).

Na música “Say You Won’t Let Go”, James Arthur se recusa a tirar proveito de uma mulher bêbada que ele ajuda. E, em vez disso, ele imagina como seria o amor real em seu futuro, incluindo: “Vou levar as crianças para a escola / Dizer-lhes até logo”.

Em Starlight, Taylor Swift canta sobre querer “Ter 10 filhos e ensiná-los a sonhar”, e “When It’s Love”, do grupo Train, inclui a frase “Podemos rir, podemos cantar / Ter dez filhos e dar tudo a eles”.

Portanto, não acredite que a Igreja está fora de moda em seu ensinamento sobre o amor conjugal. É tão atual quanto às necessidades mais profundas do coração humano, como lembra Beyoncé: “Se você gostava, então devia ter colocado uma aliança”.

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