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A necessária virtude da discrição

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Virtude da discrição contra fofocas

Crédito: Chung-Wing-Yeung-CC

"Há pessoas que adoram fazer alarde, especialmente quando se trata de apontar as falhas e os erros dos outros"

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Monsenhor André Sampaio publicou em sua rede social um breve, mas relevante comentário sobre a necessária virtude da discrição - tanto mais necessária quanto mais se estende a "indústria" da indiscrição, da ostentação, do exibicionismo, da intromissão na vida alheia, da fofoca e do sensacionalismo a todo custo.

O sacerdote escreveu:

"Aprendamos que a discrição é uma grande virtude. Há pessoas que adoram fazer alarde, especialmente quando se trata de apontar as falhas e os erros dos outros. Essas pessoas se sentem bem em espalhar o mal que acomete a vida dos outros, como se elas fossem imunes.

Quando ouvirmos qualquer falatório sobre a vida de outrem, devemos nos calar e evitar emitir opinião a respeito. Ninguém sabe o dia de amanhã. Hoje é alguém que conhecemos que passa por dificuldades e amanhã poderemos ser nós".

A necessária virtude da discrição

Mons. André convidou então:

"Só se manifeste quando solicitado por quem sofre a dificuldade. Evite fofocas e maledicência. Isso tudo faz muito mal para todos os que se envolvem. Seja você a cortar essa corrente do mal, não dando continuidade à maledicência.

Ser discreto demonstra evolução do espírito. No mundo em que vivemos todos estão sujeitos a errar, pois ainda não aprendemos a guardar conosco somente as grandes virtudes. Ainda estamos em peregrinação rumo à casa do Pai e qualquer um pode sofrer uma queda. Então, se não puder ajudar, ao menos não fomente o mal".