A causa de beatificação do padre Joseph Kentenich, fundador do movimento internacional de Schoenstatt, foi suspensa pela diocese alemã de Trier, onde se localiza a sede do movimento.
O bispo dom Stephan Ackermann, responsável pela decisão, declarou a respeito:
A decisão, de acordo com a diocese de Trier, foi tomada em diálogo com a Congregação vaticana para as Causas dos Santos.
Em 2020, a historiadora Alexandra von Teuffenbach publicou os resultados de uma investigação segundo a qual o padre Kentenich teria exercido um poder "manipulador" e "coercitivo", bem como episódios de assédio sexual, sobre as Irmãs de Maria de Schoenstatt, o ramo consagrado feminino do movimento que fundou. Mais informações sobre o assunto podem ser consultadas nesta matéria:
No mesmo ano, a diocese de Trier anunciou a criação de uma comissão de especialistas para analisar da causa de beatificação do sacerdote.
O movimento de Schoenstatt nega as acusações contra o padre Kentenich, ao mesmo tempo em que colabora com as investigações. A propósito da recente decisão do bispo de Trier, a presidência do movimento se manifestou mediante comunicado: