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Padre mexicano: “muitas feministas radicais estão se convertendo”

2 min de leitura
Vandalismo feminista no México

Crédito: @LaRazon_mx/Twitter

Vandalismo de militância feminista no México

Cada vez mais pessoas mentalmente sadias reconhecem que a militância raivosa e violenta não tem compromisso algum com direito algum de pessoa alguma

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O padre mexicano Eduardo Hayen Cuarón, diretor do jornal Presencia, da diocese de Ciudad Juárez, publicou no Twitter uma declaração enfática sobre a quantidade de mulheres que se consideravam "feministas radicais", mas que, ao reconhecerem a verdadeira dignidade de toda vida humana desde a concepção até a morte natural, começam a entender que a legítima defesa dos reais direitos humanos é incompatível com pautas estridentes, divisivas, excludentes e cúmplices do extermínio de vidas inocentes.

O sacerdote testemunhou a ocorrência frequente de conversões de ex-militantes do feminismo radical e violento:

Crimes explícitos disfarçados de ativismo

O feminismo radical no México tem protagonizado uma série explícita de episódios criminosos de vandalismo, violência, ameaças, agressão, ataques, intolerância e ódio extremo, sob hipócritas alegações de "defesa de direitos humanos" (inexistentes, como seria caso do livre extermínio de bebês em gestação) ou, pasmem, de "repúdio à violência" (exceto a que esses próprios bandos criminosos promovem com fúria).

Não é supreendente que cada vez mais pessoas mentalmente sadias reconheçam que essa espécie de militância raivosa e violenta não tem compromisso algum com direito algum de pessoa alguma.