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Disney lança novo desenho com romance adolescente homossexual

bandeira colorida associada ao movimento gay ou homossexual

Shutterstock

Francisco Vêneto - publicado em 22/06/22 - atualizado em 22/06/22

Recentemente, também foi lançada a animação infantil "Lightyear", que apresenta um beijo homossexual entre mulheres

A Disney está lançando um novo desenho animado que apresenta um romance adolescente homossexual. Trata-se da animação “Strange World” (Mundo Estranho), prevista para estrear em novembro.

Neste mês, por meio da sua subsidiária Pixar, a Disney também lançou a animação infantil “Lightyear”, que apresenta um beijo homossexual entre mulheres. A cena despertou amplos questionamentos sobre até que ponto crianças pequenas têm discernimento suficiente para compreender aspectos da sexualidade humana sem que haja uma contextualização oportuna. O filme foi proibido em 14 países de maioria islâmica. No resto do mundo, não tem conseguido atingir os resultados esperados em bilheteria.

Matthieu Saghezchi, da equipe de produção de “Strange World”, relatou via Twitter que o novo desenho “apresenta o primeiro romance adolescente abertamente gay em um filme da Disney”. Ele descreve um dos momentos da história: “a cena mostra o filho muito tímido na frente do garoto de quem ele gosta; seu pai entra e diz: ‘Prazer em conhecê-lo! Meu filho fala de você o tempo todo’, e deixa o filho ainda mais envergonhado. Muito lindo”.

A este respeito, a agência católica de notícias ACI Prensa registrou as considerações de Pilar Escobar Varela, mestre em Ciências da Família pela Universidade de Málaga, na Espanha. Pilar questiona o fato de se abordar sem contextualização um relacionamento adolescente homossexual dentro de um desenho animado para o público infantil. Ela afirma que “o lugar por excelência onde o ser humano se desenvolve plenamente e aprende a amar é uma casa composta por um homem e uma mulher onde os filhos se enriquecem com a complementaridade dos pais e reforçam a sua identidade sexual”.

Na mesma linha, a agência traz ainda a posição da peruana Giuliana Calambrogio, mestre em Matrimônio e Família pela também espanhola Universidade de Navarra. Para ela, “uma criança entre 4 e 6 anos está na idade do pensamento imaginário, acredita em unicórnios, fadas, Papai Noel. Por isso, alguns se aproveitam dessa idade para introduzir a ideia de gênero”, na acepção da ideologia segundo a qual a identidade de gênero é uma construção sociocultural que pode não guardar relação com o sexo biológico.

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CinemaCriançasEducação dos FilhosFamíliahomossexuais
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