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Quando os bons se corrompem, eles se tornam os piores

o demônio à sombra dos bons que se corrompem

ra2 studio | Shutterstock

Pe. José Eduardo - Reportagem local - publicado em 30/06/22

"Os piores ímpios um dia foram cristãos piedosos", comenta o pe. José Eduardo

Quando os bons se corrompem, eles se tornam os piores. Os antigos romanos eternizaram a constatação desse risco numa frase emblemática, que foi recentemente recordada pelo pe. José Eduardo Oliveira.

O sacerdote brasileiro compartilhou em sua rede social o seguinte comentário:

“‘Corruptio optimi pessima‘, ‘a corrupção do ótimo é o que há de pior’, diziam os latinos.

E essa é uma regra! Os piores ímpios foram aqueles que um dia foram cristãos piedosos, assim como as piores ofensas são geralmente dadas entre os litigantes de um divórcio, isto é, entre aqueles que um dia fizeram juras de amor”.

Convidando os leitores a ficarem atentos ao risco de cair nesse padrão, o sacerdote prosseguiu:

“Esse padrão precisa ser muito bem observado em nós, pois aquele que é chamado para grandes coisas e que possui em si o talento para excelências, facilmente se precipita nas piores vilezas e, de homem piedoso e sábio, se converte num vagabundo nojento, intoxicado dos piores vícios, miseravelmente atolado a crônicas perdas de tempo e incapaz de levantar-se acima do nível do chão”.

O pe. José Eduardo finaliza:

“Por isso, a Escritura adverte: ‘aquele que está de pé, cuide para que não caia'”.

Por outro lado, a Igreja também está repleta, graças a Deus, de histórias contrárias: casos de pessoas que, dos abismos da própria miséria, se alçaram às alturas da misericórdia. Confira um dos exemplos mais emblemáticos entre os santos católicos:

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