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Após aparente melhora, agravam-se dores do Papa Francisco no joelho

Papa Francisco está com dores no joelho

Antoine Mekary | ALETEIA

Francisco Vêneto - publicado em 01/07/22

O pontífice teve de voltar a cancelar compromissos nesta quinta-feira

Após uma aparente melhora em dias recentes, agravaram-se novamente as dores do Papa Francisco no joelho.

Nesta quinta, 30 de junho, o pontífice teve de voltar a cancelar compromissos, particularmente a sua participação presencial na audiência agendada com o Comitê Judaico Internacional para as Consultas Inter-Religiosas. A Santa Sé confirmou que o motivo do não comparecimento de Francisco foi “o agravamento das dores no joelho”.

A notícia desta quinta contrasta com o que se viu na segunda-feira, 27, quando o Papa recebeu em audiência os bispos brasileiros das regionais Norte 2 e Norte 3 da CNBB, que viajaram a Roma em visita ad limina. Francisco usou bengala, mas dispensou a cadeira de rodas e contou aos prelados que já estava conseguindo caminhar havia três dias.

De fato, nas últimas aparições públicas, o Papa mostrava notáveis melhoras no tocante às suas dores no joelho.

Nesta quinta, apesar da impossibilidade de comparecer pessoalmente, ele não quis cancelar completamente os compromissos. No caso da audiência com o Comitê Judaico Internacional, Francisco delegou ao cardeal Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, a tarefa de representá-lo e transmitir a sua mensagem para a comissão.

O texto do Papa destaca:

“Em nossos tempos turbulentos, é de grande importância que judeus e cristãos se unam e trabalhem cada vez mais, juntos, para contrastar tendências negativas em nossas sociedades ocidentais”.

E exemplificou: “a idolatria do eu e do dinheiro; o individualismo exasperado; a cultura da indiferença e do descarte”.

“Somos chamados a testemunhar juntos o Deus da misericórdia e da justiça, que ama e cuida das pessoas. Podemos fazê-lo colhendo do patrimônio espiritual que compartilhamos em parte e que temos a responsabilidade de preservar e aprofundar”.

O Papa pediu que as divergências entre as duas religiões sejam abordadas “sem preconceitos e com intenções pacíficas”, para “encontrar pontos de convergência aceitáveis ​​para todos”.

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DoençaPapa FranciscoSaúde
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