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Sucesso das pulseiras de São Bento leva empreendedoras a investir no franchising

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Pulseiras de São Bento

Crédito: Cortesia / Santo Santo Santo

Por serem negócios de nicho, os empreendimentos religiosos tendem a ter públicos engajados e gerar comunidades em torno das marcas

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Há alguns anos, a empreendedora Ana Paula Ribeiro Cury ganhou de presente da irmã, Ana Cristina, uma pulseira de silicone de São Bento, pois ela era devota do santo. O presente fez sucesso, inclusive, entre amigos e parentes. Foi quando surgiu a ideia de revender as peças.

Ana Paula usou os R$ 2.700 que tinha guardado na poupança para comprar uma boa remessa de pulseiras de silicone com o emblema da cruz sagrada de São Bento. A princípio começou vendendo da própria casa, porém o negócio decolou e, depois de um ano, foi necessário alugar uma sala para receber os clientes.