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Aeromoça demitida por defender a vida ganha processo e será indenizada em 5,1 milhões de dólares

Avião

Iurii - Shutterstock

Francisco Vêneto - publicado em 20/07/22

"Hoje é uma vitória para a liberdade de expressão e de crença religiosa", afirmou Charlene

A comissária de bordo Charlene Carter trabalhava na Southwest Airlines e fazia parte do sindicato da sua categoria profissional desde 1996, esperando com isto ser respeitada em seus direitos. Entretanto, em 2017, ela criticou o sindicato e seu presidente por terem participado de uma marcha feminista e pró-aborto em Washington, patrocinada pelo conglomerado multinacional de clínicas de aborto Planned Parenthood.

Charlene aproveitou para manifestar sua posição pró-vida, conforme é direito inalienável de qualquer cidadão em qualquer democracia. Ela se expressou em sua conta pessoal no Facebook.

As consequências desse ato soberano de liberdade, porém, não foram nada democráticas. Charlene foi chamada para “explicar suas posições” e, uma semana depois, simplesmente foi demitida por defender a vida.

Ela entrou com um processo contra a companhia aérea e contra o sindicato e ganhou a causa: um tribunal federal em Dallas reconheceu os seus direitos e condenou a empresa e o sindicato a indenizá-la: a Southwest Airlines deverá desembolsar 4,15 milhões de dólares e o Sindicato de Trabalhadores do Transporte – Local 556 deverá pagar-lhe mais 950 milhões.

Charlene Carter declarou:

“Hoje é uma vitória para a liberdade de expressão e de crença religiosa. Os comissários de bordo devem ter voz e ninguém pode ser retaliado por exercer o seu direito de falar contra o seu sindicato”.

O sindicato, entretanto, afirmou que vai recorrer da sentença.

Mark Mix, presidente da National Right, que defendeu Charlene Carter após ela ser escandalosamente demitida por defender a vida, também comentou o veredito a favor de sua cliente:

“Nenhum trabalhador norte-americano deve ter medo de ser demitido, intimidado ou retaliado simplesmente por se manifestar contra o fato de que o seu próprio dinheiro esteja sendo gasto, supostamente em seu nome, para promover uma agenda que ele considera abominável”.

Ele também criticou a atuação ideologicamente enviesada do sindicato e a imposição de filiação sindical aos trabalhadores do país:

“Apesar de estarmos orgulhosos de apoiar a Sra. Charlene Carter e satisfeitos com o veredicto, não deveria haver espaço na lei trabalhista norte-americana para obrigar os trabalhadores a financiarem uma organização privada que viola as suas crenças fundamentais”.

Tags:
AbortoIdeologiaJustiçaPerseguiçãoVida
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