Texto é também enfaticamente pró-aborto: "reconhece direitos à natureza e aos animais como seres sencientes, mas não reconhece nenhuma dignidade ou direito ao ser humano no útero"
Os bispos do Chile alertaram para o fato de que a nova Constituição do país ameaça a liberdade religiosa porque, segundo a proposta a ser submetida a plebiscito em 4 de setembro, o direito à liberdade religiosa deve ser exercido "nos termos da lei, respeitando os direitos, deveres e princípios estabelecidos por esta Constituição (art. 67.4)": esta diretriz, na avaliação da conferência episcopal, pode obrigar pessoas e instituições "a adotarem práticas ou transmitir valores que contradizem a sua fé".
O comunicado da Conferência Episcopal do Chile, veiculado após reunião encerrada na última sexta-feira, 22, afirma:










