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Propaganda comunista tachava de “fascistas” os 12 mártires espanhóis recém-beatificados

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Mártires redentoristas

@redentoristases | Instagram

Francisco Vêneto - publicado em 26/10/22

"Não somos fascistas, somos religiosos redentoristas", gritaram em vão os doze padres e religiosos assassinados

A propaganda comunista tachava de “fascistas” os 12 mártires espanhóis recém-beatificados neste último 22 de outubro.

Os doze missionários eram sacerdotes e religiosos da congregação do Santíssimo Redentor, cujos membros são conhecidos popularmente como redentoristas. Seu martírio foi provocado pelo ódio à fé, que levou a uma generalizada perseguição contra os católicos, em particular contra clérigos e freiras, durante a famigerada Guerra Civil Espanhola, de 1936 a 1939.

De fato, alguns dos doze mártires agora beatificados, quando presos sob gritos de “fascistas”, respondiam à mentira da propaganda comunista:

“Não somos fascistas, somos religiosos redentoristas”.

O pe. Antonio Manuel Quesada, CSsR, vice-postulador da causa de beatificação, assim descreveu os doze mártires:

“Doze pessoas frágeis que se identificaram com Jesus Salvador de tal maneira que Ele lhes deu a recompensa de se identificarem até com Sua própria morte. Cheios do Espírito Santo, perseveraram na sua vocação missionária a ponto de dar a vida, olhando para frente e não se deixando levar pelo medo da morte”.

Além dos votos tradicionais de pobreza, castidade e obediência, os religiosos redentoristas também emitem o voto de perseverança, que, segundo o pe. Quesada, foi vivido pelos mártires em grau heroico. Em declarações recolhidas pela agência católica ACI Digital, o sacerdote registrou que os mártires tiveram de Deus a graça de “morrer como Jesus, dando a vida como testemunho de amor, perdoando e testemunhando a reconciliação”.

Um exemplo histórico dessa entrega foi o do pe. Vicente Renuncio, que, antes de ser martirizado, exclamou:

“Ofereço a minha vida pelos meus irmãos na Espanha, por toda a congregação e por causa da desgraça da Espanha”.

A cerimônia de beatificação foi concelebrada na catedral de Santa María la Real de la Almudena, em Madri, pelo cardeal Marcello Semenaro, prefeito do dicastério para as Causas dos Santos, pelo cardeal Carlos Osoro, arcebispo de Madri, pelo pe. Rogério Gomes, CSsR, superior geral dos redentoristas, e pelo pe. Francisco Javier Caballero, CSsR, superior dos redentoristas em Madri.

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