O Papa Francisco distingue entre a situação do pecador e a do corrupto. Pode haver grandes pecadores, mas eles ainda guardam a consciência do seu pecado: já a pessoa corrupta não se identifica mais com o seu pecado. Explicações.
Quem não se lembra, entre os membros da Cúria Romana, daquele discurso tão vigorosamente medicinal do Papa Francisco no dia 22 de dezembro de 2014, sobre as 15 doenças e tentações que podem ser encontradas em todos os níveis da vida da Igreja? A doença da petrificação, do "martalismo", do "Alzheimer espiritual", do "rosto fúnebre"… A que ocupa a oitava posição (na metade da lista, portanto) parece ser particularmente manifesta nos dias de hoje:
É a doença dos que levam uma vida dupla, fruto da hipocrisia típica dos medíocres e do progressivo vazio espiritual que os diplomas e títulos acadêmicos não conseguem preencher… Eles criam assim o seu mundo paralelo, onde deixam de lado tudo o que ensinam severamente aos outros e onde começam a levar uma vida oculta e muitas vezes dissoluta. A conversão é urgente e indispensável para esta doença tão grave.












