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3 coisas que não devem ser desperdiçadas, segundo o Papa Francisco

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Loaves and fishes, baskets of bread

ArtMari | Shutterstock

Kathleen N. Hattrup - publicado em 31/01/23

Até Jesus deu o exemplo de não desperdiçar!

No Angelus de 29 de janeiro de 2023, o Papa Francisco se concentrou em apenas um versículo Evangelho: “Bem- aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus”(Mt 5,3).

Os pobres de espírito, disse o Papa, “são aqueles que sabem que não bastam a si mesmos, que não são autossuficientes, e vivem como ‘mendigos de Deus’: sentem necessidade de Deus e reconhecem o bem vem d’Ele, como dom, como graça.”

Francisco, então, propôs três desafios para enfrentarmos a cultura do desperdício:

1Não desperdiçar o dom que somos

O Pontífice explicou:

“Cada um de nós é um bem, independentemente dos dotes que temos. Cada mulher, cada homem é rico não só de talentos, mas também de dignidade, é amado por Deus, vale, é precioso. Jesus lembra-nos que somos abençoados não pelo que temos, mas pelo que somos. E quando uma pessoa desanima e se dissipa, desperdiça-se a si própria. Lutemos, com a ajuda de Deus, contra a tentação de nos considerarmos inadequados, errados, e de nos lamentarmos.”

2Não desperdiçar os dons que temos

Ao apresentar o segundo desafio, Francisco falou sobre uma dura realidade e fez um alerta:

“No mundo cerca de um terço da produção total de alimentos é desperdiçada. E isto acontece enquanto tantos estão a morrer de fome! Os recursos da criação não podem ser utilizados dessa forma; os bens devem ser guardados e partilhados, para que a ninguém falte o necessário. Não desperdicemos o que temos, mas difundamos uma ecologia de justiça e caridade, de partilha.”

3Não descartar as pessoas

No terceiro desafio, o Santo Padre abordou a necessidade do respeito à vida e ao próximo:

“A cultura do descarte diz: uso-te enquanto me serves; quando já não me interessas ou és um obstáculo para mim, ponho-te de lado. E é especialmente assim que são tratados os mais frágeis: os nascituros, os idosos, os necessitados e os desfavorecidos. Mas as pessoas não podem ser deitadas fora, os desfavorecidos não podem ser deitados fora! Cada um é um dom sagrado, cada um é um dom único, em todas as idades e em todas as condições. Respeitemos e promovamos a vida sempre! Não descartemos a vida!”

Uma pergunta a nós mesmos

O Papa propôs ainda que todos nos perguntemos como vivemos a pobreza de espírito:

“Antes de mais, como vivo a pobreza de espírito? Dou espaço a Deus, acredito que Ele é o meu bem, a minha verdadeira e grande riqueza? Acredito que Ele me ama, ou desanimo com tristeza, esquecendo que sou um dom? E depois: tenho o cuidado de não desperdiçar, sou responsável na utilização das coisas, dos bens? E estou disposto a partilhá-los com os outros, ou sou egoísta? Por fim: considero os mais frágeis como dons preciosos, dos quais Deus me pede para cuidar? Lembro-me dos pobres, daqueles que não têm o necessário?”

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Tags:
Cultura do descartePapaPapa Francisco
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