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A sua vida parece escura? Veja como romper as trevas

crucifixo se destaca num contraste de trevas e luz

Oleg Golovnev | Shutterstock

Pe. Luigi Epicoco - publicado em 20/02/23

Há uma coisa que devemos aceitar: não podemos nos apegar à luz indefinidamente

A experiência da Transfiguração de Jesus no Monte Tabor é difícil de entender quando vista isoladamente. Mas quando a comparamos com a nossa própria experiência, não poderia ser mais clara.

Essa passagem do Evangelho evoca os momentos fugazes da nossa vida em que vimos a luz – momentos que deixam marca indelével. Pense, por exemplo, num episódio particularmente feliz da sua infância, ou em abraçar alguém que você ama, ou no céu estrelado em uma noite de verão – momentos em que tudo parecia perfeito. Esses momentos de luz são uma espécie de Tabor pessoal.

Deus nos dá esses momentos para que possamos recordá-los ao atravessar os tempos sombrios para romper as trevas.

É o que ele faz com Pedro, Tiago e João: mostra-lhes a luz da Transfiguração para que possam suportar a escuridão do Getsêmani.

Há uma coisa, no entanto, que devemos aceitar: não podemos nos apegar à luz indefinidamente:

Pedro, no Tabor, exclamou: “Rabi, é bom estarmos aqui! Façamos três tendas, uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias”. Ele nem sabia o que dizer, pois, segundo o Evangelho, estavam todos atônitos. Então uma nuvem os cobriu e dela saiu uma voz: “Este é meu Filho amado; ouvi-o!”. De repente, quando olharam em volta, não viram mais ninguém com eles, além de Jesus.

Quando a luz se apaga, não é verdade que só resta a escuridão. Sabemos que Jesus está conosco. Só a sua Presença é suficiente para romper as trevas e nos iluminar quando está escuro e nos sentimos perdidos.

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