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O que a “Pacem in Terris” diz sobre a liberdade religiosa

penitência envolve aquisição de hábitos virtuosos

Gorodenkoff | Shutterstock

Philip Kosloski - publicado em 13/04/23

A Igreja Católica tem sido uma firme defensora da liberdade religiosa, como explica São João XXIII

Um dos direitos fundamentais de todo ser humano é o direito de adorar a Deus em liberdade, sem ser coagido nem perseguido por suas crenças.

São João XXIII acreditava firmemente neste direito, e escreveu sobre isso em sua encíclica Pacem in Terris.

“Pertence igualmente aos direitos da pessoa a liberdade de prestar culto a Deus de acordo com os retos ditames da própria consciência, e de professar a religião, privada e publicamente. Com efeito, claramente ensina Lactâncio, ‘fomos criados com a finalidade do prestarmos justas e devidas honras a Deus, que nos criou; de só a ele conhecermos e seguirmos. Por este vínculo de piedade nos unimos e ligamos a Deus, donde deriva o próprio nome de religião'”.

A Igreja Católica tem sido uma firme defensora da liberdade religiosa ao longo dos anos, como explica São João XXIII.

“Sobre o mesmo assunto nosso predecessor de imortal memória Leão XIII assim se expressa: ‘Esta verdadeira e digna liberdade dos filhos de Deus que mantém alta a dignidade da pessoa humana é superior a toda violência e infúria, e sempre esteve nos mais ardentes desejos da Igreja. Foi esta que constantemente reivindicaram os apóstolos, sancionaram nos seus escritos os apologetas, consagraram pelo próprio sangue um sem número de mártires'”.

Enfim, a verdadeira e duradoura paz na terra deve incluir este direito fundamental à liberdade religiosa.

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