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Rosto da obra mais cara da história é reconstruído através de inteligência artificial

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Salvator Mundi

Leonardo da Vinci | Public Domain

Reportagem local - publicado em 05/05/23

Pesquisador brasileiro que reconstruiu o rosto do "Salvator Mundi" já havia apontado um detalhe importante na obra de Leonardo da Vinci

O pesquisador e designer brasileiro Átila Soares da Costa Filho recorreu à inteligência artificial para revelar como seria o rosto do modelo do quadro “Salvator Mundi”. A pintura foi executada por Leonardo da Vinci por volta do ano 1501.

Em “Salvator Mundi”, Leonardo mostra o Cristo em plano americano; mão direita em gesto de bênção e a outra segurando uma esfera translúcida.

Segundo o designer, além de ferramentas de inteligência artificial e programas de edição de imagens, o trabalho para reconstruir o rosto do “Salvator Mundi” levou em conta outras questões, a fim de se conseguir um resultado mais fiel. Uma delas foi tentar descartar, parcialmente, o estilo pessoal de Leonardo na procura do rosto original do personagem.

“Cada mestre da pintura, mais ou menos conscientemente, deixava a sua marca pessoal na forma como retrata um tema – é o seu estilo. Isso é correto em termos da expressão da genialidade do artista, mas, por outro lado, a sua técnica poderia trazer alguma dissonância à chamada realidade objetiva da verdadeira fisionomia do sujeito retratado”, explica Átila.

Salvator Mundi reconstruído por inteligência artificial
Reconstrução da face do “Salvator” segundo os padrões estéticos leonardescos (arte elaborada por Átila Soares a partir do original de Leonardo da Vinci).

A obra mais cara da história

Salvator Mundi” é considerada a pintura mais cara já arrebatada em leilões (450 milhões de dólares). A pintura vem sendo objeto de discussões no meio acadêmico, principalmente, no que diz respeito a até que ponto as restaurações podem ter interferido em sua avaliação.

O quadro foi leiloado ao príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman em 2017 pela Christie’s de Nova York e, atualmente, ninguém sabe onde se encontra.

O designer Átila Soares também descobriu a próvavel assinatura de Leonardo da Vinci na controversa pintura, como publicado pela Aleteia (clique aqui para ler).

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