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Os 5 pilares de uma mãe feliz

Mum and daughter laughing

fizkes | Shutterstock

Ricardo Sanches - Marlena Bessman-Paliwoda - publicado em 12/06/23

Não se engane: para as mães, nem todos os dias podem ser descritos como o sentimento de realização

Acordo e vago pela casa. Estou meio perdida, imaginando o que há de errado, já que era tudo isso o que eu queria: uma casa, filhos, fazer o jantar e ler livros para meus filhos (bem, talvez eu não tivesse sonhado em ler o mesmo livro trinta vezes ). O que eu negligenciei? O que não consigo entender desse negócio de ser mãe?

Arlene Pellicane, autora de livros para mães, se fez essas perguntas até, finalmente, identificar cinco espaços principais, que ela descreveu como pilares de uma mãe feliz. 

Os cinco pilares sobre os quais Arlene escreve são: saúde, ação, oração, perseverança e atitude de aceitação. Veja abaixo os detalhes sobre eles.

1Saúde

O pilar “saúde” não é uma declaração do que você, como mãe, deve fazer para cuidar bem dos outros, mas o que se supõe ser um pacote padrão para si própria. Na saúde, claro, há uma dieta (você come o que realmente nutre seu corpo ou o que só engorda?), exercícios (não precisa ser uma dose diária de treinamento com personal, mas você realmente sai de casa para passear com as crianças, por exemplo?), descanso (levei a sério a história da Arlene fazendo cupcakes à noite enquanto o marido dizia para ela comprar os prontos e descansar) e gratidão.

“Admito que em meio aos intermináveis ​​gritos de ‘mamãe, vem cá!’, ‘mamãe, depressa!’, tenho mais vontade de reclamar do que de agradecer”, escreve Pellicane. “Maternidade é servir pessoas pequenas com grandes necessidades.” No entanto, ela encoraja as mães a se livrarem da mentalidade da mãe mártir. Escrevendo ainda sobre a saúde da mãe, ela incentiva o sexo: “você sabia que o sexo é um analgésico e antidepressivo natural, visto que faz aumentar o nível de endorfinas?”.

2Ação

Como, por sua vez, devem ser a ação, o planejamento e as atitudes de uma mãe?

A declaração de Hannah Keeley, que tem sete filhos, é valiosa: “Não está escrito em nenhum lugar que você deve planejar cada dia em detalhes e depois prestar contas. Ninguém disse que você tinha que preparar 365 jantares por ano.”

Ou seja: às vezes, nem sempre o planejado dá certo. E o improviso também faz parte da educação dos filhos.

3Oração

Outro pilar, a oração, me fez perceber algo importante. A quem pergunto com mais frequência: a Deus ou ao Google? Muitas perguntas de mães podem ser respondidas por Deus. Então, quando as crianças te enlouquecerem, reze (mas não só nesses momentos).

4Perseverança

Criar filhos é uma corrida de longa distância. Semeamos, mas só veremos o fruto depois de muitos anos. Porém, não podemos desistir. “Estamos testando depois de 18 anos”, brinca a autora. No entanto, para sermos perseverantes, temos de ter apoio – e aqui ouvem-se as palavras da Arlene: “Deixa que outras mães te treinem”. Ela incentiva a criação de grupos de mães e conversas mútuas, encontros e troca de ideias.

5Atitude de aceitação

Eu tinha medo desse pilar, porque estava esperando um “você tem que se aceitar”. E aqui foi diferente: devo ter coragem de viver como eu quero (eu, não os outros!), devo sair de casa – com os filhos para mostrar-lhes o meu serviço. E, com tudo isso, aceitar os inconvenientes, pois também contribuirão positivamente para a educação dos filhos.

Fonte: “Jak stać się szczęśliwą mamą w 31 dni?” (“Como se tornar uma mãe feliz em 31 dias”), de Arlene Pellicane, Varsóvia, 2018.

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