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Jim Caviezel sobre continuação de “A Paixão de Cristo”: talvez “duas ou três”

Jim Caviezel em "A Paixão de Cristo"

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Jim Caviezel em "A Paixão de Cristo"

Francisco Vêneto - publicado em 19/07/23

Desde o ano passado, fala-se da previsão de lançamento de "Ressurreição" em 2024

Segundo Jim Caviezel, intérprete de Jesus em “A Paixão de Cristo”, o impactante filme de 2004 poderá ter não apenas uma continuação, mas, talvez, até “duas ou três”.

O ator foi perguntado durante uma entrevista ao World of Reel sobre essa possibilidade e respondeu que tem mantido conversas com Mel Gibson, diretor e roteirista do filme, sobre a retomada das gravações.

De fato, a mídia norte-americana veiculou diversas notícias, ao longo de 2022, sobre o esperado início das gravações “durante a primavera [de 2023] no hemisfério norte”, ou seja, no segundo trimestre deste ano – um prazo que já passou.

A previsão de lançamento continua em pé para o ano que vem. Sites especializados em cinema, como o IMDB, já o catalogam, aliás, como uma produção de 2024.

Ressurreição

“A Paixão de Cristo: Ressurreição” pretende reconstituir os três dias decorridos entre a Morte de Cristo, na Sexta-feira Santa, e a Sua Ressurreição, no Domingo de Páscoa. Os acontecimentos serão retratados a partir da perspectiva dos Apóstolos, além de abordarem tramas tecidas no palácio de Herodes.

Durante uma entrevista em 2020, Caviezel havia dito que a segunda parte da obra viria a ser “o maior filme da história”. Enfatizando que será “uma obra-prima”, ele também denunciou que a indústria do cinema rejeita os filmes bíblicos e que, por isso mesmo, é “imperativo” produzir a sequência de “A Paixão de Cristo”.

Gibson também se referiu à continuação de “A Paixão de Cristo” no mês de abril de 2022, em entrevista à rede católica EWTN. Ele relatou que estava considerando dois roteiros e comentou:

“Não é uma narrativa linear. Então, para que signifique algo e ressoe para quase qualquer um que assista (…), é preciso justapor o acontecimento central que estou contando a tudo o que ocorre ao seu redor, no futuro, no passado e em outros contextos (…) É uma grande história. É um conceito difícil e eu demorei muito para me concentrar e encontrar uma forma de contar essa história de um jeito que realmente chegasse até alguém que talvez não saiba nada sobre a história principal”.

“Obra controversa”?

Devido à crueza com que retrata a brutalidade sofrida por Jesus em sua Paixão, o filme de 2004 é reiteradamente reduzido a uma “obra controversa” pela mídia pouco afeita à fé cristã.

Alheia a menosprezos ideológicos, a obra foi na vida real um estrondoso sucesso que também se reflete na bilheteria: o orçamento relativamente modesto, de 30 milhões de dólares, gerou receitas de 611 milhões em todo o mundo, sendo cerca de 400 milhões só na América do Norte. É a maior bilheteria da história para uma produção que, devido ao realismo das cenas de violência, foi classificada como apta apenas ao público adulto.

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CinemaCristianismoJesusPaixão
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