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Brasil: bispo orienta padres a não dar a Comunhão a quem apoia o aborto

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Reportagem local - publicado em 18/09/23

Uma súplica no dia de Nossa Senhora das Dores: "Não permita a mãe que tal genocídio aconteça"

Dom José Ruy Gonçalves Lopes, bispo de Caruaru, em Pernambuco, se manifestou durante a recente solenidade de Nossa Senhora das Dores, em 15 de setembro, enfaticamente em defesa da vida humana e, por consequência, contra o aborto. Vale recordar que Nossa Senhora das Dores é a padroeira de Caruaru.

A manifestação de dom José se contextualiza no presente quadro de liberação para julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, que pretende descriminalizar o aborto até a 12ª semana de gestação em todo o Brasil, independentemente de qualquer justificativa. A ação foi liberada para julgamento pela sua relatora, a atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber – que está prestes a se aposentar em outubro.

Dom José exortou:

“Reverendos padres, vos digo como pai e pastor: não deem a Comunhão a quem apoia o aborto! Não deem! São cúmplices de assassinato. Ó Maria, pelas dores que sofrestes na morte de Jesus, tende piedade do povo brasileiro que padece e sofre”.

O bispo também recordou os sofrimentos dos “corações amorosos de Jesus e de Maria” por ocasião da Paixão de Cristo, quando “o filho, antes de morrer, teve que se despedir de sua mãe”. E destacou:

“Ó Rainha das Dores, as recordações de um filho amado que morre são muito queridas e não saem nunca da memória de uma mãe”.

Dom José observou que para “cada dor existe um nome”, mas a dor “de uma mãe que perde um filho não tem nome”. Além disso, “é a dor mais cruel no coração de uma mãe”. Ele então rogou a Nossa Senhora pelos “milhões de crianças que serão assassinadas pelo aborto que poderá entrar em vigor no Brasil, caso seja aprovado pelo Supremo Tribunal Federal nestes próximos dias”.

Diante desse panorama, voltou a suplicar a Nossa Senhora das Dores:

“Não permita a mãe que tal tragédia, que tal genocídio, aconteça”.

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AbortoBrasilIdeologiaVida
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