O Vaticano reconhece a Palestina como um Estado desde 2015. Ao condenar veementemente a violência, o Papa Francisco confirma a posição da Igreja na Terra Santa e o caminho que ela se esforça por defender: o da paz
É com “dor e apreensão” que o Papa Francisco acompanha o que tem acontecido em Israel e na Palestina desde 7 de outubro. “Tantas pessoas mortas e outras feridas”, lamentou o Pontífice nesta quarta-feira, 11 de outubro, durante sua audiência geral, enquanto a ofensiva de escala sem precedentes do Hamas contra Israel causou a morte de pelo menos 1.200 pessoas do lado israelense. Há pelo menos 950 mortes do lado palestino. Em retaliação ao ataque surpresa, Israel lançou bombardeios na Faixa de Gaza, onde vivem 2,3 milhões de palestinos.
A oração do Papa Francisco e os seus incansáveis apelos à paz fazem parte da política ainda defendida pelo Vaticano na Terra Santa, que está a serviço da paz e do bem comum. Uma política ao serviço da paz que para o Vaticano envolve uma solução de dois Estados e, portanto, o reconhecimento de um Estado Palestino.












