Guerras, atos terroristas, alterações climáticas... Os infortúnios do presente não podem abolir a nossa liberdade, tampouco a nossa responsabilidade
Os noticiários são estressantes: todos os dias trazem assuntos preocupantes, desanimadores ou assustadores, cujo acúmulo incessante alimenta um sentimento de desamparo. Estamos inclinados a dizer que tudo vai de mal a pior, e as questões são: quanto tempo esta deterioração perpétua pode continuar? Qual será a extensão da aniquilação a que tudo isto inexoravelmente conduz? Alguma coisa permanecerá depois? O fato é que é possível resistir a este conformismo pessimista e a este catastrofismo sem cair num otimismo cego.












