Quaresma 2026
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Nos filmes e nos contos populares, existe a história de alguém que desce ao Inferno para resgatar um ente querido, trazendo-o de volta dos mortos ou levando-o do Inferno para o Céu.
Infelizmente, essa história popular não é uma possibilidade dentro da crença cristã sobre a vida após a morte.
O próprio Jesus explica, na parábola do rico e de Lázaro, que há um “abismo” entre os dois reinos eternos:
“Além disso, entre nós e vós foi estabelecido um grande abismo, de modo que os que quiserem passar daqui para vós não possam, nem os daí passar para nós”
(Lc 16,26).
Um destino definitivo
O Catecismo da Igreja Católica também explica que a escolha de ir para o Inferno após a morte é “definitiva” e não pode ser revertida:
“O Senhor nos adverte que seremos separados d’Ele se não atendermos às necessidades graves dos pobres e dos pequenos, que são seus irmãos. Morrer em pecado mortal sem estar arrependido e sem acolher o amor misericordioso de Deus significa permanecer separado d’Ele para sempre por nossa própria e livre escolha. Este estado de autoexclusão definitiva da comunhão com Deus e com os bem-aventurados chama-se ‘inferno’” (CIC 1033).
Quando escolhemos o Inferno, o fazemos voluntariamente, e não há volta nessa decisão. Nós nos excluímos do Céu, e essa escolha é permanente.
Ainda que possa ser uma trama emocionante para um filme ou um romance, é impossível descer ao Inferno para levar alguém ao Céu.









