No final do ano, as luzes tomam as ruas, as vitrines piscam e os carrinhos dos shoppings parecem ganhar vida própria.
No Brasil, esse país imenso e desigual, o Natal costuma acender contrastes: de um lado, a classe média alta com suas ceias fartas, viagens marcadas e presentes importados; do outro, famílias que fazem milagres para colocar algo simples na mesa.
Ainda assim, há um traço que atravessa essas diferenças: a capacidade de doar, de estender a mão, de se comover com o outro.











