Há um medo silencioso que atravessa muitos corações: o medo de não sermos suficientes
Não suficientes para o cônjuge, para os amigos, para os pais. Não suficientemente interessantes, produtivos, bonitos, espirituais. Por trás desse medo, quase sempre, há outro ainda mais profundo: o medo de não sermos amados.
Vivemos em uma cultura que mede valor por desempenho. Somos elogiados quando produzimos, quando agradamos, quando correspondemos às expectativas. Aos poucos, internalizamos a ideia de que o amor precisa ser conquistado. E, sem perceber, começamos a nos relacionar com as pessoas — e até com Deus — a partir da lógica do mérito.












