Há 365 dias, o mundo despedia-se de uma das vozes mais humanas, simples e profundamente transformadoras da Igreja contemporânea.
O Papa Francisco partiu, mas não se ausentou. Permanece vivo nas periferias que abraçou, nos gestos que ensinou e, sobretudo, na memória agradecida de milhões que encontraram nele não apenas um líder religioso, mas um verdadeiro pastor.







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