Em "Deus, os gatos e nós", a teóloga Isabelle de la Garanderie propõe olhar de outra forma para os nossos companheiros felinos. Longe das representações New Age ou das leituras esotéricas às quais o gato é frequentemente associado, ela explora o que sua presença pode nos ensinar sobre a Criação, nossa relação com os outros e até mesmo nossa relação com Deus
Basta observar um gato por alguns minutos para perceber até que ponto ele escapa das nossas categorias. Familiar e, no entanto, independente; afetuoso sem jamais ser totalmente domesticado, ele compartilha o nosso dia a dia enquanto conserva uma parcela de mistério. Seria ele capaz, no entanto, de nos ensinar algo sobre a vida cristã? Esta é a pergunta que Isabelle de la Garanderie, teóloga, explora em Deus, os gatos e nós (Desclée de Brouwer), com lançamento previsto para 10 de setembro. Entrevista.
Aleteia: Por que escolher dedicar um livro ao gato sob uma perspectiva cristã? Em que momento a senhora percebeu que havia ali algo teologicamente sério para explorar?












