
“Eu o subestimei”: o texto sobre o Papa americano que fez até um ateu pensar em Deus
Um texto que viralizou nas redes sociais escrito pelo italiano Bruno Paganelli

Mais de 100.000 pessoas foram mortas desde o início da Guerra Civil em Myanmar. Um número arrepiante revelado em 1 de julho por uma organização especializada em conflitos armados.

Um momento de reflexão nos túmulos de migrantes que morreram no mar, uma oração voltada para o mar, um encontro com imigrantes e a bênção de uma placa em homenagem ao Papa Francisco: o Papa Leão XIV fez gestos impactantes em sua chegada à ilha de Lampedusa em 4 de julho de 2026.

Como uma tradição milenar nascida em Bizâncio cruzou o oceano para fincar raízes no solo sul-americano.

Embora não tenha sido tão amplamente divulgado, o presidente dos EUA, Donald Trump, fez outro comentário sobre o Papa Leão XIV em uma entrevista no programa de Hugh Hewitt.

Os sete papas dos últimos 80 anos fizeram declarações nas quais expressaram abertamente seu desejo de paz e sua condenação à guerra

Quilômetros de multidões jubilantes, rios de bandeiras, gritos… A Guiné Equatorial tomou as ruas de Malabo em 21 de abril para dar uma recepção incrível a Leão XIV.

Canções, danças, risos, ruas vibrantes ao som de tambores… nesta segunda-feira, a cidade de Saurimo acolheu o Papa Leão XIV de braços abertos, em meio a grande júbilo. Como em toda Angola, e antes disso em Camarões, o Papa recebeu uma calorosa recepção neste continente africano, um continente imerso em música.

Ao pisar em solo africano pela primeira vez desde que se tornou Leão XIV, o Papa revela um novo lado de si, até então oculto: aparentemente abandonando sua reserva habitual, ele se deixa tocar pela afeição e generosidade africanas.

"Os idosos não devem apenas ser ajudados, mas sobretudo devem ser ouvidos", declarou o Papa Leão XIV durante uma visita a um lar de idosos em Saurimo, Angola, no oitavo dia de sua viagem pela África, em 20 de abril de 2026.

Viagem a Camarões revela o lado de combativo orador do Leão XIV em nome da paz!

A viagem de Leão XIV à África nestes dias destaca as muitas línguas que compõem o mosaico dos 54 países do continente… mas também os talentos linguísticos do Papa Leão XIV.

“No dia de sua eleição como Sumo Pontífice, o senhor proferiu palavras que fizeram o povo argelino, e especialmente os de Annaba, tremerem: ‘Eu sou o filho de Agostinho’… E a partir daquele dia, ficou claro para todos que o senhor viria.”

O exército nigeriano libertou 31 fiéis no domingo, 5 de abril, que haviam sido sequestrados durante as celebrações da Páscoa no estado de Kaduna, no noroeste do país. Cinco pessoas foram mortas pelos agressores. Este incidente é mais uma ilustração da situação complexa enfrentada pelos cristãos na Nigéria.

Papa Leão visitará quatro países africanos levando uma mensagem de proximidade da Igreja

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez recentemente declarações críticas ao Papa Leão XIV, gerando repercussão no cenário internacional e no âmbito das relações entre a Casa Branca e a Santa Sé.

Cerca de 50.000 cristãos ainda vivem na Terra Santa, formando uma comunidade frágil, mas determinada. O padre Firas Khoury, pároco da Igreja Católica Grega de São Jorge de Zababdeh, na Cisjordânia, conta a Aleteia sobre sua vida cotidiana marcada pela violência, precariedade e esperança. Um testemunho pungente sobre uma presença cristã ameaçada, mas essencial.

Urbi et Orbi: Papa Leão XIV convida todos os cristãos para uma vigília de oração sabádo, 11 de abril, por um “mundo devastado por guerras e marcado pelo ódio e pela indiferença"




