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As melhores maneiras para evitar tentações

© Shutterstock/Nicoleta Ionescu
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Todos os dias, desejos, pensamentos, reflexos, inclinações se manifestam em nós e querem nos impor sua lei. Tentamos lutar o melhor que podemos, mas não conseguimos sempre. Somos realmente capazes de resistir à tentação? Há uma receita milagrosa para derrotá-los?

Rajadas de violência, excessos de zelos ferozes, desejos sensuais, reflexos de egoísmo desenfreado… A lista é longa destas forças que habitam o coração do homem. Tão longa que os Antigos tinham decidido comparar com cavalos impetuosos que se entusiasmam, e levam a diligência e seus passageiros em uma corrida mortal. Quem poderia parar isto? O valente herói que os persegue, se atira à cabeça deles e os segura, obviamente só existe nos filmes. Na realidade, é bem diferente. Poderes habitam em nós e querem nos dominar. Conseguimos ver a ameaça que eles representam. E nos perguntamos se seremos capazes de os controlar algum dia. Um pensamento vem à cabeça: “É mais forte do que eu! Nunca serei capaz de me controlar!”

As regras essenciais a seguir 

Quem descobre nele a manifestação dessas forças obscuras deve recordar, antes de tudo, que não há nada de excepcional nisso. Este é o lote comum de cada homem, e ainda mais daqueles que têm exigências de vida. Todos os santos foram submetidos à tentação. Eles resistiram heroicamente. O autocontrole é o objetivo de toda boa educação. O “bem-educado” não é tanto aquele que parece respeitar as convenções sociais que é obrigado a aceitar, mas aquele que aprendeu a se controlar (porque se aprende). E esta educação começa por dizer que não há nenhuma força dentro de nós que seja mais forte do que nós. Nem os nossos apetites, nem as nossas paixões, nem as nossas vontades, nem os nossos desejos podem nos impor a sua lei, se não queremos.

Em primeiro lugar, temos de estar determinados a nos defender contra esses ataques, que são ainda mais dissimulados porque vêm de dentro. Para se defender, tem de se conhecer. Não todos estão expostos no mesmo campo. Um será mais raivoso, o outro mais sensual, o outro mais susceptível ou ressentido. Aquele que se conhece bem será sempre o mais forte. Outra regra de autocontrole é estar vigilante. O vigilante vê chegar o impulso, o desejo ou a inveja que, aos poucos, tentará se impor. Ele deve saber que aquele que cede no início terá dificuldade em não ceder até ao fim! O vigilante soa o alarme logo que o ataque começa. Se ele sente “a mostarda subindo pelo nariz”, ele será capaz de criar uma diversão, para evitar o ataque frontal, que é sempre o pior. Nunca se diga: “É mais forte de que eu, não consigo resistir”. Isso não é verdade, aqueles que o dizem capitularam prematuramente. Temos de recuperar a coragem, não desistir.

O poder da oração

É aqui que a oração desempenha um papel decisivo. Não se pode pedir ao Senhor que aja milagrosamente em nós sem que tenhamos que fazer nada – isso seria zombar dele e de nós. É necessário se colocar na sua escola, a Ele que é o verdadeiro pedagogo, e pedir-lhe que nos ajude nesta luta, especialmente quando está no limite do que podemos suportar. Há batalhas que só a força de Deus pode vencer. E Jesus não nos ordena que peçamos ao Pai que se assegure de que a tentação nunca nos submeta?

Irmão Alain Quilici

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