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Como manter os momentos de cumplicidade com o cônjuge

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Shutterstock | Roman Samborskyi
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Após o confinamento, que tem sido sinônimo para muitas pessoas de alteração do ritmo e do tempo gasto juntos, o retorno ao trabalho corre o risco de deixar de lado os benefícios desse tempo especial. Algumas dicas para manter esse espírito de benevolência e as boas resoluções que o confinamento suscitou

O tempo do confinamento tem ajudado alguns a endireitar o funcionamento do seu casal em termos de escuta, carinho, gratidão e perdão. Estes bons momentos e resoluções não devem ser esquecidos. Eles devem encontrar sua continuação na vida diária de cada um. Mas como fazemos isso?

Desenvolvendo uma ascese saudável

Antes de qualquer coisa, decidam! Uma decisão, consciente, cuidadosa, assumida. Você tem que se dizer: “Hoje é o primeiro dia do resto da minha vida, e eu resolvo fazer tudo o que posso para amar meu cônjuge”. Isso é óbvio, outros dirão.

Mas quando dizemos “amor”, devemos entendê-lo no sentido evangélico. Ou seja, decidir dar tudo de si. Programa ambicioso, com certeza! Mas é verdade que o Evangelho é exigente, se quisermos levá-lo a sério.

Concretamente, por que não adotar medidas, pequenas e grandes, mas todas igualmente importantes, para viver o mais profundamente possível essas atitudes de acolhimento do cônjuge?

Para isso, como grandes atletas, devemos desenvolver uma ascese saudável. Há, claro, o encontro semanal (uma noite ou três ou quatro horas passadas juntos), o fim de semana bimestral (vinte e quatro horas no mínimo), mas também e acima de tudo essa atitude do coração feita de acolhimento incondicional ao seu cônjuge.

Daí fluirá naturalmente a atitude de gratidão pelos mil e um atos cotidianos realizados para o bem-estar de cada um.

Marie-Noël Florant

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