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Receita para uma refeição familiar com sucesso

family lunch
Monkey Business Images - Shutterstock
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Educar o paladar para novos gostos, forçando (um pouco) a provar “pelo menos”, não desperdiçando, dando graças pela comida, passando um bom momento juntos, superando pequenas tensões… Deixe ferver um pouco e a refeição familiar se torne mais do que agradável! Consuma sem moderação!

Na Sagrada Escritura fala-se muitas vezes de refeições: não é por acaso! É porque é importante para o homem. O Evangelho também mostra Jesus muitas vezes à mesa com seus amigos. Seu primeiro milagre foi durante um banquete de casamento. O banquete é o sinal de felicidade para o qual Deus nos convida. Mas será que realmente sabemos como se sentar à mesa e santificar as refeições com nossos entes queridos?

Fazendo bom uso dos alimentos oferecidos

Se nunca passamos fome de verdade, achamos natural se sentar três vezes ao dia diante de uma mesa bem abastecida (mesmo que sejam pratos muito simples). Nunca devemos esquecer que somos privilegiados – não para nos sentirmos culpados por isso, não para lamentar, mas para nos regozijarmos e louvar Aquele que é a origem de tudo isso. Ao agradecer ao Senhor no início da refeição, aprendemos a receber toda a comida como um presente.

Este presente nos é confiado para que possamos fazer bom uso dele, em outras palavras, para que o usemos com moderação e… para que não o deitamos no lixo porque não é do nosso agrado. O respeito à comida é uma questão de justiça para quem não tem o suficiente para comer, como é para quem trabalhou para comprar e preparar o que é servido.

Enquanto estamos atentos ao apetite e às dificuldades de todos (algumas pessoas têm uma aversão real a certos alimentos), é importante educar o gosto e aprender a gostar de ter algo em seu prato.

Uma mesa feliz é uma mesa onde partilhamos

Vejamos o que aconteceu quando os pães se multiplicaram: se o menino que tinha cinco pães e dois peixes tivesse querido ficar com eles para si, o que teria acontecido? Tudo o que partilhamos espalha alegria. É bom que nem sempre haja tantas maçãs ou iogurtes quanto pessoas na mesa, e que a chegada de convidados inesperados nos força a cortar dez fatias de uma torta que foi destinada a seis.

O ambiente da refeição é tão importante como o que é servido. E começa com a colocação da mesa: é um serviço muito simples, que até crianças pequenas podem realizar. Ensiná-los a colocar a mesa não se trata apenas de mostrar-lhes como dispor as facas ou os copos, trata-se sobretudo de educá-los a prestar atenção aos outros. O que vamos precisar para a refeição? O que vai tornar isso agradável? Qual é o pequeno extra que lhe dará o gosto da felicidade?

O ambiente da refeição também se deve à disponibilidade de cada pessoa e aos comentários intercambiados. Se quisermos fazer disso um momento relaxante, vamos adiar os tópicos que nos incomodam para outra hora do dia.

Quando as refeições são dolorosas, tensas, cansativas

As refeições nem sempre são repousantes. É o caso, por exemplo, quando os pais estão exaustos e passam o jantar cuidando dos filhos, sem ter a oportunidade de comer tranquilamente. Além de não apreciarem o momento, todos acabam sofrendo em algum momento. Este também é o caso quando uma das crianças é provocativa ou violenta. Ou quando a deficiência ou doença impede um dos membros da família de se alimentar adequadamente. Ou quando as pessoas na mesa estão enfrentadas por conflitos que estão tão profundamente enraizados que todos parecem estar carregados de um fardo pesado.

Muitas vezes é possível encontrar remédios, pelo menos parciais, para essas dificuldades: pedir ao Espírito Santo que torne a todos muito criativos para que jovens e velhos possam desfrutar a cada refeição um pouco dessa alegria que nos saciará na mesa do Reino.

Christine Ponsard

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